Conquistar e fidelizar clientes, atrair e reter talentos. Essa é a equação da eficiência que a moderna gestão tem de resolver, segundo o best-seller e consultor organizacional César Souza. Ele fala aqui das angústias que rondam os grandes líderes e aponta quais reflexões e estratégias podem levar o time organizacional aos melhores resultados. Ah, sim, "sonhar é preciso", enfatiza Souza.
Quais são os pilares da gestão moderna? Qual é a estratégia dos vencedores? A Gestão Moderna tem três focos: clientes; talentos; resultados. Sempre disse que o DNA vencedor é aquele que alinha de forma inteligente as pessoas, os clientes e os resultados. Essas três variáveis têm de andar de mãos dadas. Não é possível encantar clientes sem encantar talentos.
Uma empresa só consegue clientes fiéis se tiver colaboradores fiéis. E tudo isso só faz sentido se der resultados. O outro pilar importante é o da inovação. E também a necessidade de gerar valor para toda a cadeia de valor da empresa. Quem pensa apenas no ROI ou Retorno dos Investimentos para acionistas não vai sobreviver muito tempo. Hoje tem de gerar valor para clientes, comunidades, colaboradores, fornecedores, etc. A geração de valor para acionistas resulta da geração de valor para esses outros componentes da vida de uma empresa.
Como é que os presidentes pretendem investir nesses pilares? Que tipos de ações estão sendo implementadas? Os Presidentes de empresas estão começando a ganhar consciência desses pilares. Muitas empresas dizem ter foco no cliente, mas, na pratica, continuam com foco no produto e continuam com o olhar de dentro para fora. Precisam passar a olhar suas empresas de fora para dentro. Isso leva uma geração para se concretizar, pois nosso modelo mental ainda é uma herança perversa da Era Industrial.
Quais são as grandes angústias e os grandes desafios dos presidentes no momento atual? Os principais desafios são como conquistar e fidelizar clientes e como atrair e reter talentos. As angústias são várias. A solidão do poder é uma delas. A sucessão é outra. O equilíbrio entre a vida pessoal e o trabalho, mais uma. Vivemos todos angustiados. Essa poderia ser chamada a Era da Angústia.
Que mudanças você visualiza no universo corporativo, em termos de propostas de gestão, a médio e curto prazo? A principal mudança qualitativa é que as pessoas não querem mais emprego. Querem ser donas de seu próprio nariz. Querem autonomia, liberdade, desafios. A principal mudança que visualizo é do desenvolvimento de um nível de empreendedorismo interno e externo muito maior que o jamais visto no passado.
As empresas terão de oferecer oportunidades paras que seus talentos sejam empreendedores, mesmo que internos. A Era do Empregado está descendo a ladeira. A grande aspiração, o grande sonho hoje é ser empreendedor, mesmo que de um negócio pequeno.
Por isso muita gente está levando uma vida paralela: de um lado, a vida de executivo na grande empresa; do outro, o seu pequeno negócio.
"A pressa é inimiga da perfeição" é um dos valores da década passada que foi desbancado pelos novos tempos. Hoje, velocidade é fundamental, que nos perdoem os perfeccionistas. Que outros valores do passado recente foram desbancados? Vários valores estão sendo desbancados. Alguns ditos populares revelam essa tendência, como "Manda quem pode e obedece quem tem juízo"; "Você foi pago para fazer e não para pensar"; "Cada macaco no seu galho". Todos esses valores são as pérolas do pensamento da Era Industrial, estão sendo derrotados um a um, dia após dia.
A concorrência é pesada, as mudanças são quase imprevisíveis, endurecer é preciso? Como incorporar ideais de espiritualidade e sensibilidade no trabalho e, ao mesmo tempo, ter pulso firme para segurar o timão nas reviravoltas do cenário globalizado? Não acho necessário endurecer. Essa tática é oriunda do tempo em que se comparava estratégia de negócio com estratégia de guerra. Uma bobagem! O que é necessário é desenvolver a visão comum, o consenso de um propósito. O comprometimento é proporcional ao senso do rumo, ao sonho coletivo.
Quando o sonho não é coletivo, aí precisa endurecer para enquadrar. Mas quando o sonho é bem sonhado e o senso de propósito é comum, precisa é de inteligência, criatividade e coragem. E isso não se obtém com endurecimento. Endurecimento é a tática dos incompetentes.
Que papel tem os sonhos na vida dos líderes? Como eles podem se tornar etapas para a concretização dos ideais corporativos? Os sonhos é que movem o mundo. O sonho é a primeira etapa do planejamento estratégico das empresas bem-sucedidas como a Natura, Amil, Odebrecht, Embraer, Magazine Luiza, Marcopolo.
Os lideres empresariais bem-sucedidos são realizadores de sonhos, isto é, possuem a cabeça nas nuvens, mas os pés bem plantados no chão. Os lideres não buscam seguidores, formam outros líderes. Os grandes líderes não oferecem empregos, oferecem causas. Os grandes líderes conseguem entrar no imaginário dos seus clientes e captar os sonhos deles, assim como conseguem motivar seus parceiros e colaboradores, desenvolvendo um sonho coletivo.
Sobre César SouzaFormou-se em Administração de Empresas pela Universidade Federal da Bahia, estado onde nasceu, concluiu em 1976 seu MBA pela Vanderbilt University, e fez cursos de especialização em Oxford, MIT e Michigan. Foi vice-presidente da Odebrecht of America, Inc., nos Estados Unidos, até 1998. Em 1992, foi nomeado, pelo World Economic Forum, um dos "200 Global Leaders Tomorrow". Também é autor de um best-seller: Talentos & Clientividade. Sua obra mais recente: “Você é do Tamanho dos seus Sonhos”, da Editora Gente, já está na quarta edição.
Por Christiane Brito
Fonte: GESTÃO PLUS Nº 34 - ANO V - SET/OUT - PÁG 14 E 15 (www.gestaoerh.com.br)
sexta-feira, 13 de março de 2009
quinta-feira, 12 de março de 2009
SÍNDROME DO PINTO PEQUENO
JOHN HOLMES, legendária figura dos filmes de sexo explícito, não mora mais aqui. Esse era o nome artístico de JOHN CURTIS ESTES, nascido na cidade de PATASKALA, OHIO, EUA, no dia 8 de agosto de 1945, e que morreu em LOS ANGELES, no dia 13 de março de 1988, depois de protagonizar mais de 300 filmes, com seu pênis de 38 centímetros, vítima da AIDS. JOHN HOLMES e outros bem dotados, vêm alimentando na maioria dos homens, e durante todos os tempos, a denominada SÍNDROME DO PINTO PEQUENO.
Acreditando, por mais que as mulheres digam que não, QUE TAMANHO É DOCUMENTO. Ainda recentemente foram divulgados os resultados de diferentes pesquisas revelando que a quase totalidade dos homens possui pênis com comprimento entre 14 e 16 centímetros, ou seja, dentro da absoluta e total normalidade, mas, e mesmo assim, todos declarando que têm “pinto pequeno”. Nas duas pontas, e segundo as pesquisas, as exceções. Os que têm pinto desproporcionalmente grande, como era o caso do legendário JOHN HOLMES, e os que têm o chamado “pinto infantil” – tecnicamente, os com menos de 7 centímetros de comprimento quando eretos...
O mesmo tipo de SÍNDROME DO PINTO PEQUENO acontece em parcela significativa das empresas. Que passa boa parte do tempo se comparando e se referenciando em empresas fora da curva, de performance e sucesso que extrapolam a normalidade. E que só chegaram lá porque concentravam todo o tempo, energia, talento, competência e força humana, em se superarem, em conseguir a cada novo dia, mais e melhor de si mesmas. E aí, extrapolaram a curva, tornaram-se exceções, converteram-se em referência.
Ou seja, a referência é importante como estímulo e exemplos para a reflexão; mas, para ter pinto grande, é fundamental trabalhar da melhor forma possível suas virtudes e competências, de pessoas e de conhecimento, para chegar lá. Se para os homens que se julgam prejudicados pela dimensão de seus pênis existem promessas de tratamentos milagrosos e que muitas vezes desembocam em mutilação e impotência, para as empresas só existe uma única alternativa para saírem do lugar comum, para excederem a média, converterem-se em exceção, e prosperarem.
Tirar o máximo de todos os seus capitais – intelectual, humano, econômico, organizacional, e tempo -. E aí, quem sabe um dia, superem a absurda SÍNDROME DO PINTO PEQUENO.
MML – FRANCISCO MADIA, dentro da média e conformado, especial para o MADIAMUNDOMARKETING
Fonte: www.madiamundomarketing.com.br
Acreditando, por mais que as mulheres digam que não, QUE TAMANHO É DOCUMENTO. Ainda recentemente foram divulgados os resultados de diferentes pesquisas revelando que a quase totalidade dos homens possui pênis com comprimento entre 14 e 16 centímetros, ou seja, dentro da absoluta e total normalidade, mas, e mesmo assim, todos declarando que têm “pinto pequeno”. Nas duas pontas, e segundo as pesquisas, as exceções. Os que têm pinto desproporcionalmente grande, como era o caso do legendário JOHN HOLMES, e os que têm o chamado “pinto infantil” – tecnicamente, os com menos de 7 centímetros de comprimento quando eretos...
O mesmo tipo de SÍNDROME DO PINTO PEQUENO acontece em parcela significativa das empresas. Que passa boa parte do tempo se comparando e se referenciando em empresas fora da curva, de performance e sucesso que extrapolam a normalidade. E que só chegaram lá porque concentravam todo o tempo, energia, talento, competência e força humana, em se superarem, em conseguir a cada novo dia, mais e melhor de si mesmas. E aí, extrapolaram a curva, tornaram-se exceções, converteram-se em referência.
Ou seja, a referência é importante como estímulo e exemplos para a reflexão; mas, para ter pinto grande, é fundamental trabalhar da melhor forma possível suas virtudes e competências, de pessoas e de conhecimento, para chegar lá. Se para os homens que se julgam prejudicados pela dimensão de seus pênis existem promessas de tratamentos milagrosos e que muitas vezes desembocam em mutilação e impotência, para as empresas só existe uma única alternativa para saírem do lugar comum, para excederem a média, converterem-se em exceção, e prosperarem.
Tirar o máximo de todos os seus capitais – intelectual, humano, econômico, organizacional, e tempo -. E aí, quem sabe um dia, superem a absurda SÍNDROME DO PINTO PEQUENO.
MML – FRANCISCO MADIA, dentro da média e conformado, especial para o MADIAMUNDOMARKETING
Fonte: www.madiamundomarketing.com.br
sexta-feira, 6 de março de 2009
Liderando Equipes de Sucesso
Atualmente, o maior desafio para um Líder de Equipe é como contar com o Coração, a Mente, e o Espírito de seus Colaboradores no ambiente de trabalho e atingir o sucesso almejado.
Porque somente assim, a Equipe poderá se tornar competitiva no mercado Globalizado.
O Interesse, a Criatividade e a Excelência, a entrega total, só poderá ser alcançada no momento em que cada componente da Equipe, sentir que neste Posto de trabalho, poderá se realizar pessoal e profissionalmente.
Pois, recentes pesquisas, apontam como prioridade na vida de um ser humano, a Realização Pessoal e Profissional, ficando em segundo plano a segurança do emprego e o salário. Ao se realizar Pessoal e Profissionalmente, o ser humano se coloca, naturalmente a serviço de outras pessoas, doando o melhor de si.
Tornam-se conscientes do seu papel na Empresa, amam o que fazem, são mais motivados e felizes, refletindo este estado de ser, em produtividade, criatividade e inovação. Para que isto ocorra, um novo modelo de Gestão, precisa ser colocado em prática, "A Liderança Servidora".
Uma Liderança Servidora, significa servir espontaneamente o outro e ajuda-lo a alcançar sua realização pessoal e profissional.
Ser um Líder Servidor, não implica em submissão. Algumas vezes envolve um “chegar junto para atingir um objetivo”, em outras “Exigir determinada postura do Colaborador”.
Um Líder precisa se manter Consciente, Equilibrado, Centrado.
Mas, como um Líder pode vir a ser um Líder Servidor?
Em primeiro lugar, observar que, concordar com o conceito acima é uma coisa, fazer este conceito permear a sua vida é algo bem diferente. Requer determinação e persistência para transmutar algumas atitudes internas. Abertura para um aprendizado constante.
Alguns Líderes ainda preferem servir a eles mesmos. Mas a realidade está a exigir mudanças. Então trata-se de uma questão de escolha?
“Ser um Líder Servidor ou um Líder que serve a você mesmo”
Um Líder Servidor, busca em primeiro lugar, Liderar a si mesmo.
Tudo no Universo físico, é energia manifestada, materializada. Todos nós, seres humanos, possuímos Talentos e Dificuldades Internas, que são Energias responsáveis pela nossa atuação na vida.
Criam em Estilo de Liderança, e o conhecimento de seu funcionamento, faz com que o Líder, de uma forma consciente, consiga administrar essas Energias, conseguindo gradativamente Liderar a si mesmo, nas situações práticas da vida.
Um mundo novo de compreensão se abre para este Líder. E ao perceber em si, essas Energias, poderá identificar nos outros membros de sua Equipe, essas mesmas Energias. Poderá “sentir” em seus colaboradores, seus Talentos e Dificuldades Internas, alocando-os nos Postos de Trabalho, que melhor se adapte ao seu Perfil e orientando-os de maneira objetiva a alcançar suas metas pessoais.
Observará, como em si mesmo, que cada colaborador possui um Estilo de Liderança próprio, que define sua maneira de ser, de influenciar, de trocar, de crescer.
“ Um Líder servidor Consciente,não incentiva seguidores, e sim, forma novos Líderes, que o substituirão mais tarde.”
No Treinamento de Liderança Pessoal & Comunicação, buscamos colocar de forma clara e objetiva, os Estilos de Liderança existentes no ser humano, e a forma adequada de administra-lo, tendo em vista o Equilíbrio, a União, a Harmonia de toda a Equipe, em torno de uma Meta, Projeto ou Negócio, de uma Organização.
_______________________________________
Carlos Medeiros Engenheiro e Diretor da
Consultoria Anthar Instrutor do Treinamento de Liderança & Comunicação
Fonte: www.liderancaesucesso.com.br
Porque somente assim, a Equipe poderá se tornar competitiva no mercado Globalizado.
O Interesse, a Criatividade e a Excelência, a entrega total, só poderá ser alcançada no momento em que cada componente da Equipe, sentir que neste Posto de trabalho, poderá se realizar pessoal e profissionalmente.
Pois, recentes pesquisas, apontam como prioridade na vida de um ser humano, a Realização Pessoal e Profissional, ficando em segundo plano a segurança do emprego e o salário. Ao se realizar Pessoal e Profissionalmente, o ser humano se coloca, naturalmente a serviço de outras pessoas, doando o melhor de si.
Tornam-se conscientes do seu papel na Empresa, amam o que fazem, são mais motivados e felizes, refletindo este estado de ser, em produtividade, criatividade e inovação. Para que isto ocorra, um novo modelo de Gestão, precisa ser colocado em prática, "A Liderança Servidora".
Uma Liderança Servidora, significa servir espontaneamente o outro e ajuda-lo a alcançar sua realização pessoal e profissional.
Ser um Líder Servidor, não implica em submissão. Algumas vezes envolve um “chegar junto para atingir um objetivo”, em outras “Exigir determinada postura do Colaborador”.
Um Líder precisa se manter Consciente, Equilibrado, Centrado.
Mas, como um Líder pode vir a ser um Líder Servidor?
Em primeiro lugar, observar que, concordar com o conceito acima é uma coisa, fazer este conceito permear a sua vida é algo bem diferente. Requer determinação e persistência para transmutar algumas atitudes internas. Abertura para um aprendizado constante.
Alguns Líderes ainda preferem servir a eles mesmos. Mas a realidade está a exigir mudanças. Então trata-se de uma questão de escolha?
“Ser um Líder Servidor ou um Líder que serve a você mesmo”
Um Líder Servidor, busca em primeiro lugar, Liderar a si mesmo.
Tudo no Universo físico, é energia manifestada, materializada. Todos nós, seres humanos, possuímos Talentos e Dificuldades Internas, que são Energias responsáveis pela nossa atuação na vida.
Criam em Estilo de Liderança, e o conhecimento de seu funcionamento, faz com que o Líder, de uma forma consciente, consiga administrar essas Energias, conseguindo gradativamente Liderar a si mesmo, nas situações práticas da vida.
Um mundo novo de compreensão se abre para este Líder. E ao perceber em si, essas Energias, poderá identificar nos outros membros de sua Equipe, essas mesmas Energias. Poderá “sentir” em seus colaboradores, seus Talentos e Dificuldades Internas, alocando-os nos Postos de Trabalho, que melhor se adapte ao seu Perfil e orientando-os de maneira objetiva a alcançar suas metas pessoais.
Observará, como em si mesmo, que cada colaborador possui um Estilo de Liderança próprio, que define sua maneira de ser, de influenciar, de trocar, de crescer.
“ Um Líder servidor Consciente,não incentiva seguidores, e sim, forma novos Líderes, que o substituirão mais tarde.”
No Treinamento de Liderança Pessoal & Comunicação, buscamos colocar de forma clara e objetiva, os Estilos de Liderança existentes no ser humano, e a forma adequada de administra-lo, tendo em vista o Equilíbrio, a União, a Harmonia de toda a Equipe, em torno de uma Meta, Projeto ou Negócio, de uma Organização.
_______________________________________
Carlos Medeiros Engenheiro e Diretor da
Consultoria Anthar Instrutor do Treinamento de Liderança & Comunicação
Fonte: www.liderancaesucesso.com.br
quinta-feira, 5 de março de 2009
Ações após a primeira compra
Para garantir o marketing em estado de arte, as empresas precisam atuar no sentido de conquistar a importante fidelidade e confiança do cliente.
A responsabilidade maior começa no momento em que a venda é concretizada. A “garantia estendida” deve receber cuidados especiais. Todos os movimentos da empresa devem focar o relacionamento com o cliente. Por isso, tão importante quanto ser adquirido, é continuar a relação de contato.
No Brasil, a Mitsubishi percebeu a oportunidade que representava a “garantia estendida” e lançou o bordão “televisor com garantia até a próxima Copa do Mundo”. No país do futebol, em ano de Copa do Mundo, a campanha incentivou os consumidores a trocar seus aparelhos. Mais que isso, dos tradicionais 6 ou 12 meses, estendeu seu relacionamento com o cliente por 4 anos.
A responsabilidade maior começa no momento em que a venda é concretizada. A “garantia estendida” deve receber cuidados especiais. Todos os movimentos da empresa devem focar o relacionamento com o cliente. Por isso, tão importante quanto ser adquirido, é continuar a relação de contato.
No Brasil, a Mitsubishi percebeu a oportunidade que representava a “garantia estendida” e lançou o bordão “televisor com garantia até a próxima Copa do Mundo”. No país do futebol, em ano de Copa do Mundo, a campanha incentivou os consumidores a trocar seus aparelhos. Mais que isso, dos tradicionais 6 ou 12 meses, estendeu seu relacionamento com o cliente por 4 anos.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
O Novo Acordo Ortográfico nas Marcas
A Azaleia tirou o acento agudo no nome de sua marca de calçados femininos seguindo o Novo Acordo Ortográfico. Apesar de poder manter o acento por tratar-se de uma marca, a empresa optou por adotar a nova grafia com o objetivo de atualizar seguindo o posicionamento de modernidade da empresa.
A nova medida atingirá todos os pontos de comunicação da marca, desde pontos-de venda e embalagens até cartões de visita e assinaturas de e-mails. A empresa também lançou nas lojas a linha de calçados Grazi Azaleia, que leva o licenciamento da atriz Grazi Massafera.
A nova medida atingirá todos os pontos de comunicação da marca, desde pontos-de venda e embalagens até cartões de visita e assinaturas de e-mails. A empresa também lançou nas lojas a linha de calçados Grazi Azaleia, que leva o licenciamento da atriz Grazi Massafera.
Cartoon Network conquista as crianças brasileiras
O canal Cartoon Network foi eleito pela sétima vez consecutiva a emissora infantil de TV por assinatura favorita das crianças brasileiras. A eleição foi feita pela mais nova edição da pesquisa Kiddo’s Latin American Kids Study. Conduzido nas principais cidades do país, a pesquisa ouviu mais de 1.500 crianças entre seis e onze anos. O estudo também foi realizado por empresas locais em países como Argentina, México, Colômbia, Chile e Venezuela e coordenada regionalmente pela Markwald, La Madrid y Associados entre os meses de maio e junho de 2008.
Metade dos fast foods no Brasil são McDonald´s
Uma pesquisa da FGV Projeto constatou que 7% dos gastos com alimentação fora de casa dos brasileiros são feitos na rede McDonald´s. A rede, que completou os 30 anos de presença no Brasil na última sexta-feira, também tem 40% de todo o mercado de alimentação rápida (fast food) do Brasil.
Segundo o estudo, entre 1990 e 2007 o faturamento da marca no pais cresceu a uma taxa quase quatro vezes maior que a média do PIB brasileiro no período (10,7% contra 2,8%%). A renda da rede em 2007 alcançou um PIB de R$ 1,27 bilhão.
Segundo o estudo, entre 1990 e 2007 o faturamento da marca no pais cresceu a uma taxa quase quatro vezes maior que a média do PIB brasileiro no período (10,7% contra 2,8%%). A renda da rede em 2007 alcançou um PIB de R$ 1,27 bilhão.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
As 5 qualidades de um posicionamento de Marca
Como ensina Fernando Pessoa, as empresas precisam definir um posicionamento que aproveite, ao máximo, o contexto de simpatia, intuição, inteligência, compreensão e mística das pessoas envolvidas no planejamento.
Dessas 5 qualidades, Fernando Pessoa registra o seguinte:
“A primeira é a simpatia; não direi a primeira em tempo, mas a primeira conforme vou citando, e cito por graus de simplicidade. Tem o intérprete que sentir simpatia pelo símbolo que se propõe interpretar. A atitude cauta, irônica, a deslocada – todas elas privam o intérprete da primeira condição para poder interpretar.
A segunda é intuição. A simpatia pode auxiliá-la, se ela já existe, porém não criá-la. Por intuição se entende aquela espécie de entendimento com que se sente o que está além do símbolo, sem que se veja.
A terceira é a Inteligência. A inteligência analisa, decompõe, reconstrói noutro nível o símbolo; tem, porém, que fazê-lo depois que se usou da simpatia e da intuição.
A quarta é a compreensão, entendendo por esta palavra o conhecimento de outras matérias, que permitam que o símbolo seja iluminado por várias luzes, relacionado com vários outros símbolos, pois no fundo é tudo o mesmo.
A quinta é menos definível. Direi, talvez, falando a uns que é a graça, falando a outros que é a mão do Superior Incógnito, falando a terceiros que é Conhecimento e a Conversão do Santo Anjo da Guarda, entendendo cada uma destas coisas, que são a mesma da maneira com as entendem aqueles que delas usam, falando ou escrevendo...”
Dessas 5 qualidades, Fernando Pessoa registra o seguinte:
“A primeira é a simpatia; não direi a primeira em tempo, mas a primeira conforme vou citando, e cito por graus de simplicidade. Tem o intérprete que sentir simpatia pelo símbolo que se propõe interpretar. A atitude cauta, irônica, a deslocada – todas elas privam o intérprete da primeira condição para poder interpretar.
A segunda é intuição. A simpatia pode auxiliá-la, se ela já existe, porém não criá-la. Por intuição se entende aquela espécie de entendimento com que se sente o que está além do símbolo, sem que se veja.
A terceira é a Inteligência. A inteligência analisa, decompõe, reconstrói noutro nível o símbolo; tem, porém, que fazê-lo depois que se usou da simpatia e da intuição.
A quarta é a compreensão, entendendo por esta palavra o conhecimento de outras matérias, que permitam que o símbolo seja iluminado por várias luzes, relacionado com vários outros símbolos, pois no fundo é tudo o mesmo.
A quinta é menos definível. Direi, talvez, falando a uns que é a graça, falando a outros que é a mão do Superior Incógnito, falando a terceiros que é Conhecimento e a Conversão do Santo Anjo da Guarda, entendendo cada uma destas coisas, que são a mesma da maneira com as entendem aqueles que delas usam, falando ou escrevendo...”
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
O Ambiente é a Mudança
Pesquisadores na Europa e nos Estados Unidos, se empenharam em encontrar soluções no sentido de entender a mudança no ambiente externo, comum a todas as empresas e, na sequência, preparar pessoas e organizações para sobreviverem num estado onde a mudança é o ambiente. E o estudo concluiu 10 características:
1. A mudança acontece primeiro na cabeça de quem faz e está no processo. E depois no processo, com a cumplicidade, adesão e vontade de quem faz;
2. A mudança, por decorrência, refere-se às pessoas;
3. A mudança, em todo início de processo, caracteriza-se em 1% de adesão e 99% de resistência;
4. Na mudança, os sistemas formais de comunicação são importantes. Mas os informais – “rádio peão” – são infinitamente mais importantes. Não se faz mudança sem um sistema de comunicação informal, planejado, organizado e administrado. Ainda que na aparência e na sensação pareça informal;
5. A mudança não decorre do fato de se querer que as pessoas mudem. Decorre da capacidade da empresa em envolvê-las na mudança;
6. Mudança é, portanto, convencimento. Não imposição;
7. Mudança é sinônimo de tensão e ambigüidades;
8. Ninguém deve morrer pela companhia para conseguir a mudança;
9. Se você é o agente da mudança, antes de mudar a empresa, mude você;Mesmo que a companhia não mude, mude você.
1. A mudança acontece primeiro na cabeça de quem faz e está no processo. E depois no processo, com a cumplicidade, adesão e vontade de quem faz;
2. A mudança, por decorrência, refere-se às pessoas;
3. A mudança, em todo início de processo, caracteriza-se em 1% de adesão e 99% de resistência;
4. Na mudança, os sistemas formais de comunicação são importantes. Mas os informais – “rádio peão” – são infinitamente mais importantes. Não se faz mudança sem um sistema de comunicação informal, planejado, organizado e administrado. Ainda que na aparência e na sensação pareça informal;
5. A mudança não decorre do fato de se querer que as pessoas mudem. Decorre da capacidade da empresa em envolvê-las na mudança;
6. Mudança é, portanto, convencimento. Não imposição;
7. Mudança é sinônimo de tensão e ambigüidades;
8. Ninguém deve morrer pela companhia para conseguir a mudança;
9. Se você é o agente da mudança, antes de mudar a empresa, mude você;Mesmo que a companhia não mude, mude você.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
A Arte da Guerra
Segundo o filósofo e general chinês, Sun Tzu, autor de um documento datado há mais de 2 500, ou seja, antes de Cristo, vai direto ao ponto, na abertura do texto sobre Plano Estratégico:
A arte da guerra (marketing) é de importância vital para o Estado (Empresa). É uma questão de vida ou morte. Assim, em nenhuma circunstancia deve ser negligenciada.
Dos ensinamentos de Sun Tzu, 5 merecem atenção especial.
1 – O mérito supremo consiste em quebrar a resistência do inimigo (concorrentes, mercado) sem lutar.
2 – Toda a operação tem o logro como base.
3 – Numa guerra (de marketing), se a vitória custa a chegar, as armas dos soldados (equipe e capital humano) tornam-se pesadas e o entusiasmo deles arrefece.
4 – Numa guerra (de marketing), estar adiante do inimigo vale mais que a superioridade numérica.
5 – Se conhecemos o inimigo e a nós mesmos, não precisamos temer o resultado de uma centena de combates.
A arte da guerra (marketing) é de importância vital para o Estado (Empresa). É uma questão de vida ou morte. Assim, em nenhuma circunstancia deve ser negligenciada.
Dos ensinamentos de Sun Tzu, 5 merecem atenção especial.
1 – O mérito supremo consiste em quebrar a resistência do inimigo (concorrentes, mercado) sem lutar.
2 – Toda a operação tem o logro como base.
3 – Numa guerra (de marketing), se a vitória custa a chegar, as armas dos soldados (equipe e capital humano) tornam-se pesadas e o entusiasmo deles arrefece.
4 – Numa guerra (de marketing), estar adiante do inimigo vale mais que a superioridade numérica.
5 – Se conhecemos o inimigo e a nós mesmos, não precisamos temer o resultado de uma centena de combates.
São Paulo Mania no Paulistão 2009

O São Paulo Futebol Clube coloca na estrada novamente a sua loja móvel São Paulo Mania, criada em parceria com a Roxos e Doentes. A loja itinerante estará nas cidades onde o time jogará durante o Campeonato Paulista.
A ação tem como objetivo combater a pirataria e oferecer produtos oficiais e licenciados. O primeiro jogo com a loja foi contra o Botafogo de Ribeirão Preto. Há também um stand que distribui bandeiras, revistas e adesivos aos torcedores.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Fox é o carro preferido dos universitários
A Volkswagen está na mente dos estudantes. Pela segunda vez consecutiva o modelo Fox é o carro preferido por universitários do Brasil, de acordo com a votação feita no concurso Carro Universitário. Os modelos disponíveis na quarta edição do concurso foram Chevrolet Celta, Fiat Palio, Ford Fiesta, Peugeot 206, Volkswagen Fox, Renault Sandero e o M100 da Effa Motors.
O concurso aconteceu entre 8 de dezembro de 2008 e 31 de janeiro de 2009, contou com a participação de 15 mil universitários de todo o país e o vencedor recebeu mais de 4 mil votos, ou 31,3%. Os outros modelos, Peugeot 206 e Sandero, ficaram com 22,7% e 18,2% respectivamente.
O concurso aconteceu entre 8 de dezembro de 2008 e 31 de janeiro de 2009, contou com a participação de 15 mil universitários de todo o país e o vencedor recebeu mais de 4 mil votos, ou 31,3%. Os outros modelos, Peugeot 206 e Sandero, ficaram com 22,7% e 18,2% respectivamente.
Marketing Direto. Minuano lança site para interagir com consumidora
A dona de casa moderna não tem mais tempo de inventar receitas quando se depara com uma mancha na roupa. Em muitos casos, a época dos livros de receitas também ficou para trás. Por isso, a Minuano está dando dicas para as consumidoras em seu novo site.
A marca de limpeza reformulou o seu site e criou uma “casa virtual”, onde dedicou um espaço exclusivo que chamou de Blog das Experts. Lá as donas de casa poderão trocar informações e dicas, umas com as outras, sobre cuidados com a casa e com as roupas.
A marca de limpeza reformulou o seu site e criou uma “casa virtual”, onde dedicou um espaço exclusivo que chamou de Blog das Experts. Lá as donas de casa poderão trocar informações e dicas, umas com as outras, sobre cuidados com a casa e com as roupas.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Incentivo ao consumo de frutas brasileiras na Europa
Na tentativa de combater o “fantasma” da possível crise na agricultura em 2009, especialmente no setor de fruticultura, o Ibraf (Instituto Brasileiro de Frutas), em parceria com a Apex Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), realiza uma grande promoção de degustação na Europa, contando com o apoio de redes de varejo e compradoras. Já foram negociadas as ações com o Auchan da Itália, o Casino da França e o Jerônimo Martins de Portugal.
Propagando o mote “O Brasil que você conhece (futebol e Amazônia) e o Brasil que você precisa conhecer (frutas brasileiras), a estratégia tem como objetivo incentivar os consumidores a procurarem pelos produtos brasileiros nesta e nas próximas safras. Segundo o instituto, frutas comuns no País, como mamão papaya, goiaba, carambola e manga, são consideradas exóticas por lá, conquistando, assim, o paladar dos europeus.“Os europeus estão começando a apreciar e a valorizar as delícias que vem do nosso clima tão privilegiado”, afirma Gilmar Zezza, dono da Bancook, agência responsável pelo projeto de comunicação e das ações promocionais, em comunicado ao PortaldaPropaganda.com.
De acordo com o profissional, o sucesso das ações foi tão grande que os estoques recebidos de avião praticamente esgotaram.Para que a mensagem fosse bem compreendida em todas as regiões, o Ibraf fechou uma parceria com a especialista Regina Blessa, que acompanhou toda a operação de campo e o treinamento das agências contratadas nos respectivos países. “Conseguimos colocar a fruta brasileira na cabeça de milhares de consumidores de frutas e deixar aquele gostinho de quero mais. O Ibraf levou à sua associação de produtores de frutas, uma ação geradora de resultados e de imagem para o Brasil”, finaliza Zezza.
Para mais informações, basta acessar www.brazilianfruit.org.br.
Informações enviadas por assessoria de imprensa e postadas, sob adaptação, por Heloísa de Oliveira.
Propagando o mote “O Brasil que você conhece (futebol e Amazônia) e o Brasil que você precisa conhecer (frutas brasileiras), a estratégia tem como objetivo incentivar os consumidores a procurarem pelos produtos brasileiros nesta e nas próximas safras. Segundo o instituto, frutas comuns no País, como mamão papaya, goiaba, carambola e manga, são consideradas exóticas por lá, conquistando, assim, o paladar dos europeus.“Os europeus estão começando a apreciar e a valorizar as delícias que vem do nosso clima tão privilegiado”, afirma Gilmar Zezza, dono da Bancook, agência responsável pelo projeto de comunicação e das ações promocionais, em comunicado ao PortaldaPropaganda.com.
De acordo com o profissional, o sucesso das ações foi tão grande que os estoques recebidos de avião praticamente esgotaram.Para que a mensagem fosse bem compreendida em todas as regiões, o Ibraf fechou uma parceria com a especialista Regina Blessa, que acompanhou toda a operação de campo e o treinamento das agências contratadas nos respectivos países. “Conseguimos colocar a fruta brasileira na cabeça de milhares de consumidores de frutas e deixar aquele gostinho de quero mais. O Ibraf levou à sua associação de produtores de frutas, uma ação geradora de resultados e de imagem para o Brasil”, finaliza Zezza.
Para mais informações, basta acessar www.brazilianfruit.org.br.
Informações enviadas por assessoria de imprensa e postadas, sob adaptação, por Heloísa de Oliveira.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Casas Bahia estreia loja virtual com investimento de R$ 3,7 milhões
Depois de três anos de desenvolvimento, a Casas Bahia estreou sua loja virtual, em um investimento de R$ 3,7 milhões. A expectativa é que a também filial nº 5.000 da rede responda por 2% do faturamento total da marca.
Entre os diferenciais, está a possibilidade de assistir vídeos de 30 segundos a dois minutos postados no YouTube explicando e mostrando as características de produtos. Inicialmente, serão mais de 100 produtos do total de quatro mil, em 13 categorias, que contarão com a funcionalidade. Itens como aparelhos celulares e alguns móveis encontrados em lojas físicas ainda não estão sendo comercializados no portal.
Outra inovação é o consultor virtual, que auxiliará o consumidor a utilizar o site. O portal usará o sistema de logística da empresa e só fará entrega nos mercados onde já atua. Se preferir, o comprador poderá retirar o produto na filial mais próxima. A expectativa é que as classes C-D-E participem do novo canal de vendas, principalmente os portadores de 5 milhões de cartões de créditos próprios da Casas Bahia, uma base construída pela rede em três anos.
O gerenciamento do portal ficará sob a responsabilidade da nova área de web/internet da Casas Bahia.
Entre os diferenciais, está a possibilidade de assistir vídeos de 30 segundos a dois minutos postados no YouTube explicando e mostrando as características de produtos. Inicialmente, serão mais de 100 produtos do total de quatro mil, em 13 categorias, que contarão com a funcionalidade. Itens como aparelhos celulares e alguns móveis encontrados em lojas físicas ainda não estão sendo comercializados no portal.
Outra inovação é o consultor virtual, que auxiliará o consumidor a utilizar o site. O portal usará o sistema de logística da empresa e só fará entrega nos mercados onde já atua. Se preferir, o comprador poderá retirar o produto na filial mais próxima. A expectativa é que as classes C-D-E participem do novo canal de vendas, principalmente os portadores de 5 milhões de cartões de créditos próprios da Casas Bahia, uma base construída pela rede em três anos.
O gerenciamento do portal ficará sob a responsabilidade da nova área de web/internet da Casas Bahia.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
O Ambiente é a Mudança
Pesquisadores na Europa e nos Estados Unidos, se empenharam em encontrar soluções no sentido de entender a mudança no ambiente externo, comum a todas as empresas e, na sequência, preparar pessoas e organizações para sobreviverem num estado onde a mudança é o ambiente. E o estudo concluiu 10 pontos em comum:
1. A mudança acontece primeiro na cabeça de quem faz e está no processo. E depois no processo, com a cumplicidade, adesão e vontade de quem faz;
2. A mudança, por decorrência, refere-se às pessoas;
3. A mudança, em todo início de processo, caracteriza-se em 1% de adesão e 99% de resistência;
4. Na mudança, os sistemas formais de comunicação são importantes. Mas os informais – “rádio peão” – são infinitamente mais importantes. Não se faz mudança sem um sistema de comunicação informal, planejado, organizado e administrado. Ainda que na aparência e na sensação pareça informal;
5. A mudança não decorre do fato de se querer que as pessoas mudem. Decorre da capacidade da empresa em envolvê-las na mudança;
6. Mudança é, portanto, convencimento. Não imposição;
7. Mudança é sinônimo de tensão e ambigüidades;
8. Ninguém deve morrer pela companhia para conseguir a mudança;
9. Se você é o agente da mudança, antes de mudar a empresa, mude você;
10. Mesmo que a companhia não mude, mude você.
1. A mudança acontece primeiro na cabeça de quem faz e está no processo. E depois no processo, com a cumplicidade, adesão e vontade de quem faz;
2. A mudança, por decorrência, refere-se às pessoas;
3. A mudança, em todo início de processo, caracteriza-se em 1% de adesão e 99% de resistência;
4. Na mudança, os sistemas formais de comunicação são importantes. Mas os informais – “rádio peão” – são infinitamente mais importantes. Não se faz mudança sem um sistema de comunicação informal, planejado, organizado e administrado. Ainda que na aparência e na sensação pareça informal;
5. A mudança não decorre do fato de se querer que as pessoas mudem. Decorre da capacidade da empresa em envolvê-las na mudança;
6. Mudança é, portanto, convencimento. Não imposição;
7. Mudança é sinônimo de tensão e ambigüidades;
8. Ninguém deve morrer pela companhia para conseguir a mudança;
9. Se você é o agente da mudança, antes de mudar a empresa, mude você;
10. Mesmo que a companhia não mude, mude você.
De olho na produtividade
Já tem empresa que oferece atendimento psicológico aos funcionários no próprio ambiente de trabalho.
Confira as queixas mais freqüentes entre os profissionais que procuram o serviço, de acordo com a psicóloga Corinna Schabbel, especializada em resolução de conflitos e sócia da Colibri Assessoria de Relações
* Relacionamentos com o parceiro
* Filhos adolescentes rebeldes ou usuários de drogas
* Depressão
* Crises de pânico
* Stress - entre os sintomas estão: irritação, dificuldade de concentração, insônia, falta ou excesso de apetite
Ao aceitar um novo desafio na multinacional alemã Edscha, fabricante de auto-peças para carros, o gerente industrial Carlos Rodrigues, de 42 anos, pôs em risco a vida familiar. O novo posto de trabalho, em Sorocaba, interior paulista, só permitia que ele voltasse para casa, em São Paulo, no fim de semana. "Em oito meses, o casamento de 15 anos esfriou e acabamos nos separando", lembra. O chefe atencioso, sempre disposto a conversar e esclarecer as dúvidas de sua equipe, deu lugar a um profissional rígido e impaciente. Ajuda psicológica? Nem pensar. "Achava que era coisa para loucos."
Pois ele mudou de idéia quando a Edscha passou a oferecer atendimento psicológico dentro da empresa, incluindo aconselhamento, cuidados preventivos e psicoterapia durante o horário de trabalho. Carlos passou a discutir seus problemas com a psicóloga da organização. E o final não poderia ser mais feliz: voltou para a esposa, Simone, e trouxe ela e a filha, Luana, de 13 anos, para morar com ele, em Sorocaba. "A terapia ensinou-me a expressar meus sentimentos, ajudou-me a ver a situação com clareza e resgatar antigos valores."
O programa de atendimento psicológico na empresa foi uma iniciativa do diretor-geral Roberto Lima, que está no comando da Edscha do Brasil há dois anos.
"Um levantamento de clima organizacional era essencial. Mas eu acreditava que ele deveria ser feito cara a cara, e não por meio de questionários", conta. A psicóloga Corinna Schabbel, especializada em resolução de conflitos e sócia da Colibri Assessoria de Relações, em São Paulo, foi quem colocou a idéia em prática. A partir de 250 entrevistas com profissionais da empresa, ela constatou que havia problemas de comunicação e atritos entre alguns funcionários.
Corinna também percebeu que muitos funcionários sofriam de problemas emocionais, o que acabava afetando a produtividade. A solução foi proporcionar atendimento psicológico (e sigiloso) para o time.
Na Edscha, qualquer profissional pode agendar uma entrevista com um dos dois psicólogos de plantão durante o horário de trabalho. A partir do primeiro contato, define-se o tipo de atendimento que cada um vai receber. Em alguns casos, são recomendadas sessões de terapia. Em outros, aconselhamento para o profissional e para sua família. A quantidade e a duração de cada procedimento varia de acordo com o problema e com a evolução do paciente.
Mas o objetivo é resolver tudo rapidamente. Quando são identificados problemas psiquiátricos, como depressão, o especialista orienta o profissional a buscar acompanhamento médico de longo prazo fora da empresa. Em três meses, desde que o serviço foi criado, 20% dos funcionários da Edscha já procuraram atendimento. No mesmo período, o índice de absenteísmo caiu de 2% para 1,6% e o aumento do grau de satisfação dos funcionários subiu de 41% para 57%.
A certeza de que o desequilíbrio emocional prejudica o trabalho tem levado outras empresas a adotar programas de orientação psicológica para seus funcionários. Os modelos variam bastante. Na Softway Contact Center, há três psicólogos à disposição dos 2 000 funcionários da unidade de Jundiaí, em São Paulo. "Recebemos cerca de 50 solicitações por mês e quase 90% delas dizem respeito à vida pessoal", diz Luciana Zabot, gerente de pessoas e psicóloga da empresa.
O funcionário é atendido em uma única sessão, que dura cerca de meia hora. "A pessoa desabafa, chora, explode. Depois, fornecemos orientação psicológica, ajudando o profissional a rever seus valores e a dar mais importância aos fatores positivos da vida." Segundo ela, os supervisores relatam melhora de produtividade no mesmo dia em que o funcionário conversa com o terapeuta.
Outras organizações preferem oferecer subsídio para o atendimento psicoterápico fora da empresa, possibilitando um tratamento mais longo e deixando o funcionário livre para escolher seu próprio terapeuta. É o caso da fábrica de móveis Todeschini, em Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul. Lá, os profissionais que estão empregados há mais de um ano têm direito ao reembolso de 50% dos gastos com terapia.
O benefício existe há oito anos e, em 2005, foi utilizado por 15 funcionários (cerca de 4% do total). "Sabemos que a terapia é um recurso caro e, em alguns casos, de longa duração. Por isso, decidimos oferecer um incentivo para que os profissionais considerassem essa possibilidade", afirma Denise Soares, gerente de RH. "Pessoas felizes fazem toda a diferença."
Fonte: vocesa.abril.com.br
Confira as queixas mais freqüentes entre os profissionais que procuram o serviço, de acordo com a psicóloga Corinna Schabbel, especializada em resolução de conflitos e sócia da Colibri Assessoria de Relações
* Relacionamentos com o parceiro
* Filhos adolescentes rebeldes ou usuários de drogas
* Depressão
* Crises de pânico
* Stress - entre os sintomas estão: irritação, dificuldade de concentração, insônia, falta ou excesso de apetite
Ao aceitar um novo desafio na multinacional alemã Edscha, fabricante de auto-peças para carros, o gerente industrial Carlos Rodrigues, de 42 anos, pôs em risco a vida familiar. O novo posto de trabalho, em Sorocaba, interior paulista, só permitia que ele voltasse para casa, em São Paulo, no fim de semana. "Em oito meses, o casamento de 15 anos esfriou e acabamos nos separando", lembra. O chefe atencioso, sempre disposto a conversar e esclarecer as dúvidas de sua equipe, deu lugar a um profissional rígido e impaciente. Ajuda psicológica? Nem pensar. "Achava que era coisa para loucos."
Pois ele mudou de idéia quando a Edscha passou a oferecer atendimento psicológico dentro da empresa, incluindo aconselhamento, cuidados preventivos e psicoterapia durante o horário de trabalho. Carlos passou a discutir seus problemas com a psicóloga da organização. E o final não poderia ser mais feliz: voltou para a esposa, Simone, e trouxe ela e a filha, Luana, de 13 anos, para morar com ele, em Sorocaba. "A terapia ensinou-me a expressar meus sentimentos, ajudou-me a ver a situação com clareza e resgatar antigos valores."
O programa de atendimento psicológico na empresa foi uma iniciativa do diretor-geral Roberto Lima, que está no comando da Edscha do Brasil há dois anos.
"Um levantamento de clima organizacional era essencial. Mas eu acreditava que ele deveria ser feito cara a cara, e não por meio de questionários", conta. A psicóloga Corinna Schabbel, especializada em resolução de conflitos e sócia da Colibri Assessoria de Relações, em São Paulo, foi quem colocou a idéia em prática. A partir de 250 entrevistas com profissionais da empresa, ela constatou que havia problemas de comunicação e atritos entre alguns funcionários.
Corinna também percebeu que muitos funcionários sofriam de problemas emocionais, o que acabava afetando a produtividade. A solução foi proporcionar atendimento psicológico (e sigiloso) para o time.
Na Edscha, qualquer profissional pode agendar uma entrevista com um dos dois psicólogos de plantão durante o horário de trabalho. A partir do primeiro contato, define-se o tipo de atendimento que cada um vai receber. Em alguns casos, são recomendadas sessões de terapia. Em outros, aconselhamento para o profissional e para sua família. A quantidade e a duração de cada procedimento varia de acordo com o problema e com a evolução do paciente.
Mas o objetivo é resolver tudo rapidamente. Quando são identificados problemas psiquiátricos, como depressão, o especialista orienta o profissional a buscar acompanhamento médico de longo prazo fora da empresa. Em três meses, desde que o serviço foi criado, 20% dos funcionários da Edscha já procuraram atendimento. No mesmo período, o índice de absenteísmo caiu de 2% para 1,6% e o aumento do grau de satisfação dos funcionários subiu de 41% para 57%.
A certeza de que o desequilíbrio emocional prejudica o trabalho tem levado outras empresas a adotar programas de orientação psicológica para seus funcionários. Os modelos variam bastante. Na Softway Contact Center, há três psicólogos à disposição dos 2 000 funcionários da unidade de Jundiaí, em São Paulo. "Recebemos cerca de 50 solicitações por mês e quase 90% delas dizem respeito à vida pessoal", diz Luciana Zabot, gerente de pessoas e psicóloga da empresa.
O funcionário é atendido em uma única sessão, que dura cerca de meia hora. "A pessoa desabafa, chora, explode. Depois, fornecemos orientação psicológica, ajudando o profissional a rever seus valores e a dar mais importância aos fatores positivos da vida." Segundo ela, os supervisores relatam melhora de produtividade no mesmo dia em que o funcionário conversa com o terapeuta.
Outras organizações preferem oferecer subsídio para o atendimento psicoterápico fora da empresa, possibilitando um tratamento mais longo e deixando o funcionário livre para escolher seu próprio terapeuta. É o caso da fábrica de móveis Todeschini, em Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul. Lá, os profissionais que estão empregados há mais de um ano têm direito ao reembolso de 50% dos gastos com terapia.
O benefício existe há oito anos e, em 2005, foi utilizado por 15 funcionários (cerca de 4% do total). "Sabemos que a terapia é um recurso caro e, em alguns casos, de longa duração. Por isso, decidimos oferecer um incentivo para que os profissionais considerassem essa possibilidade", afirma Denise Soares, gerente de RH. "Pessoas felizes fazem toda a diferença."
Fonte: vocesa.abril.com.br
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
MAGAZINE LUIZA REVÊ ESTRATÉGIA
Provisoriamente o MAGAZINE LUIZA estanca sua operação para invadir a cidade de São Paulo. Segundo seus dirigentes, o culpado pela interrupção é a “crise mundial e a reviravolta no cenário macroeconômico”. Segundo os líderes e seus principais concorrentes, gulodice. Isso mesmo, apetite desproporcional a sua capacidade de digestão. Ou, em termos organizacionais, impôs-se a um objetivo desproporcional a sua capacidade, forças, energia, investimentos, gestão.
Sem a menor dúvida, LUIZA exagerou, assumiu objetivos desproporcionais às suas possibilidades e qualificações, forçou exageradamente seu DNA organizacional, e não se preparou para todas as chuvas e trovoadas que estavam mais que configuradas quando a ordem de “ATACAR!” foi dada pelas suas lideranças.
Todos os planos de qualidade prevêem todas as situações possíveis. Aparentemente, os da LUIZA não viam a crise de hoje na sua exata dimensão. Mas, e em nosso entendimento, mais que se amparar na crise para justificar a interrupção, LUIZA superestimou a força de sua MARCA, a capacidade sedutora e mobilizadora de sua imagem. Imaginava que seria suficiente abrir as portas e “correr pro abraço”. As portas se abriram, e os “candidatos ao abraço” foram em número significativamente menor ao esperado; muito menor.
Falando ao ESTADÃO, o diretor de vendas e marketing FREDERICO TRAJANO, justifica a decisão de abortar o plano de mais 50 lojas em 2009 às perspectivas ruins do 1º Semestre deste ano: “Estamos prevendo um primeiro semestre bem difícil”. E, em suas estimativas, o máximo que conseguirão é um crescimento sobre o 1º Semestre de 2008 capaz de cobrir a inflação do período.
Considerando-se que o MAGAZINE LUIZA hoje é uma referência pela qualidade de sua trajetória de glórias e conquistas, e pela consistência de seu marketing, toda a torcida e votos para que as dificuldades presentes e circunstanciais, não coloquem em risca todas as vitórias de muitas décadas.
Fonte: www.mmmkt.com.br
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Skol atrai 200 mil consumidores
"Rapidinho é mais gostoso". Esse foi o tema do concurso cultural da SKOL, que convidou consumidores a postar vídeos com o tema. Tudo para promover o lançamento Skol Redondinha, que gela a cerveja mais rápido que as outras embalagens.
De dezembro a janeiro, 200 mil participantes postaram seus vídeos. O vencedor ganhou um final de semana em Maresias, São Paulo. Os passeios serão gravados e transformados em esquetes publicitários inseridos na programação do canal pago Multishow.
De dezembro a janeiro, 200 mil participantes postaram seus vídeos. O vencedor ganhou um final de semana em Maresias, São Paulo. Os passeios serão gravados e transformados em esquetes publicitários inseridos na programação do canal pago Multishow.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Ex-camelô que virou palestrante de Marketing abre lojas e minimiza crise
Em tempos de crise econômica, as empresas buscam exemplos de superação e de criatividade para aplicar em seu dia-a-dia a fim de minimizar o impacto em seu lucro. Depois de conceder entrevista ao Mundo do Marketing há quase três anos, David Portes volta a falar sobre Marketing e do crescimento de sua banca de doces que deu origem a um restaurante e uma cafeteria no Rio de Janeiro.
Se em 2006 Portes tirava onda com um carro avaliado em R$ 200 mil, hoje o ex-camelô desfila pelas ruas da cidade de BMW ou com um moderno Land Rover e já fala em abrir franquias de sua cafeteria em todo o país. Com dois livros lançados, David Portes é palestrante profissional sobre Marketing e prepara o caderno para começar a cursar faculdade de Administração e Marketing em Portugal.
Sem medo da crise econômica mundial, o empresário lembra das dificuldades que passava ao morar em sua banca de doces e aproveita para indicar o caminho do sucesso. De acordo com Portes, é nos momentos mais difíceis que descobrimos as melhores saídas.

Oportunidade com a crise
David Portes lançou dois volumes de seu livro, mas não atingiu o número de exemplares vendidos que gostaria. Com aproximadamente 28 mil cópias comercializadas, ele acredita que este é momento ideal para investir na divulgação dos títulos por causa do momento em que o país atravessa. “Se eu divulgar como as palestras, será muito bem aceito pelo público principalmente por causa da crise”, diz David Portes em entrevista ao Mundo do Marketing.
O empresário acredita que são nestes momentos que os brasileiros levam vantagem por ser um povo criativo e que basta olhar para a palavra “crise” que é possível achar a solução. “Se tirarmos o ‘s’ da palavra forma-se uma outra”, ressalta o ex-camelô.
No Brasil, Portes sabe que o Marketing está no caminho certo, mas que é preciso manter a clareza na comunicação com o público. “O Marketing está dando bons resultados quando feito com transparência, propósito e objetivo. No Brasil, a empresa que se preza não fica sem Marketing”, acredita.

Criatividade, banco de dados e pesquisa
Quanto à crise que toma conta do planeta, Portes não vê grandes dificuldades pela frente. “O Brasil cresceu e se estruturou muito bem e acredito que terá uma pequena onda de desemprego, mas nada alarmante. Temos que ter atitude e fazer as coisas acontecerem e não esperarmos para investir no futuro porque assim não aproveitaremos os ensinamentos que uma crise pode oferecer”, aponta.
Assim como nos tempos de camelô, o empresário investe em um banco de dados baseado em promoções com cupons para cadastrar clientes e, de acordo com ele, está é uma ferramenta importante para saber o perfil do consumidor. “Na banca tivemos que parar por causa da prefeitura, enquanto não renovamos a autorização. Já no restaurante oferecemos cartão de fidelidade e promoções como uma viagem para um hotel na montanha”, diz.
Além do banco de dados, o empresário sabe da importância de realizar constantes pesquisas de mercado. “Sempre fazemos para saber o que o cliente quer de produto, promoção, tendências, entre outros. São dados corretos para que possamos fazer as estratégias de Marketing com base no que o consumidor nos falou”, afirma.
Novos rumosPrestes a entrar em uma sala de faculdade, Portes já passou por países como EUA, Chile, Argentina e Angola dando palestras sobre sua história de vida. O ex-camelô inicia este ano o curso de Administração e Marketing em uma universidade de Portugal e entende que o momento não poderia ser melhor. “O Marketing está cada vez mais infiltrado nas empresas e quem não se juntar estará na mesmice e ficará para trás” avalia.
Segundo David Portes, trabalhar a imagem de uma marca é algo que a humanidade tem feito há cerca de dois mil anos. “Basta pensar em Jesus Cristo, que até hoje é lembrado pelo povo. Quem é visto também é notado e o Marketing é simples desde que feito com criatividade, transparência e honestidade. Caso contrário funciona como uma gota de veneno em balde de água, ou seja, contamina tudo”, completa.
Se em 2006 Portes tirava onda com um carro avaliado em R$ 200 mil, hoje o ex-camelô desfila pelas ruas da cidade de BMW ou com um moderno Land Rover e já fala em abrir franquias de sua cafeteria em todo o país. Com dois livros lançados, David Portes é palestrante profissional sobre Marketing e prepara o caderno para começar a cursar faculdade de Administração e Marketing em Portugal.
Sem medo da crise econômica mundial, o empresário lembra das dificuldades que passava ao morar em sua banca de doces e aproveita para indicar o caminho do sucesso. De acordo com Portes, é nos momentos mais difíceis que descobrimos as melhores saídas.

Oportunidade com a crise
David Portes lançou dois volumes de seu livro, mas não atingiu o número de exemplares vendidos que gostaria. Com aproximadamente 28 mil cópias comercializadas, ele acredita que este é momento ideal para investir na divulgação dos títulos por causa do momento em que o país atravessa. “Se eu divulgar como as palestras, será muito bem aceito pelo público principalmente por causa da crise”, diz David Portes em entrevista ao Mundo do Marketing.
O empresário acredita que são nestes momentos que os brasileiros levam vantagem por ser um povo criativo e que basta olhar para a palavra “crise” que é possível achar a solução. “Se tirarmos o ‘s’ da palavra forma-se uma outra”, ressalta o ex-camelô.
No Brasil, Portes sabe que o Marketing está no caminho certo, mas que é preciso manter a clareza na comunicação com o público. “O Marketing está dando bons resultados quando feito com transparência, propósito e objetivo. No Brasil, a empresa que se preza não fica sem Marketing”, acredita.

Criatividade, banco de dados e pesquisa
Quanto à crise que toma conta do planeta, Portes não vê grandes dificuldades pela frente. “O Brasil cresceu e se estruturou muito bem e acredito que terá uma pequena onda de desemprego, mas nada alarmante. Temos que ter atitude e fazer as coisas acontecerem e não esperarmos para investir no futuro porque assim não aproveitaremos os ensinamentos que uma crise pode oferecer”, aponta.
Assim como nos tempos de camelô, o empresário investe em um banco de dados baseado em promoções com cupons para cadastrar clientes e, de acordo com ele, está é uma ferramenta importante para saber o perfil do consumidor. “Na banca tivemos que parar por causa da prefeitura, enquanto não renovamos a autorização. Já no restaurante oferecemos cartão de fidelidade e promoções como uma viagem para um hotel na montanha”, diz.
Além do banco de dados, o empresário sabe da importância de realizar constantes pesquisas de mercado. “Sempre fazemos para saber o que o cliente quer de produto, promoção, tendências, entre outros. São dados corretos para que possamos fazer as estratégias de Marketing com base no que o consumidor nos falou”, afirma.
Novos rumosPrestes a entrar em uma sala de faculdade, Portes já passou por países como EUA, Chile, Argentina e Angola dando palestras sobre sua história de vida. O ex-camelô inicia este ano o curso de Administração e Marketing em uma universidade de Portugal e entende que o momento não poderia ser melhor. “O Marketing está cada vez mais infiltrado nas empresas e quem não se juntar estará na mesmice e ficará para trás” avalia.
Segundo David Portes, trabalhar a imagem de uma marca é algo que a humanidade tem feito há cerca de dois mil anos. “Basta pensar em Jesus Cristo, que até hoje é lembrado pelo povo. Quem é visto também é notado e o Marketing é simples desde que feito com criatividade, transparência e honestidade. Caso contrário funciona como uma gota de veneno em balde de água, ou seja, contamina tudo”, completa.
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