Em emblemática entrevista à EXAME, ERIC SCHMIDT, presidente mundial do GOOGLE, abriu o jogo quanto aos próximos passos da empresa:
“As empresas tendem a ficar mais conservadoras, a arriscar menos. Mas nós temos tanto dinheiro que vamos arriscar mais. Queremos entrar no maior número possível de projetos. Essas novas iniciativas são necessárias para compensar a desaceleração em outros mercados. Se não funcionar, tudo bem”.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Planejamento, pesquisas e lucros
As empresas finalmente estão aproveitando TODAS as oportunidades possíveis e tornando o mercado num vale tudo. Sempre, a partir de minuciosas pesquisas e assim, reais constatações.
Ao invés de expulsar hóspedes com animais, hoje, o cliente é convidado a trazer seu animal e ainda garantem tratamento VIP aos seus cães.
Segundo a Diretora de Relações Públicas do Ritz-Carlton de Chicago, “Estamos, apenas, respeitando uma nova tendência. As pessoas estão viajando cada vez mais com todos os membros da família; inclusive com seus animais de estimação. É melhor que se hospedem em nossos hotéis, do que na concorrência”.
Óbvio que serviços de quarto com menu especial em travessas ricamente decoradas também foram preparados. Pela bagatela de US$ 8,00, seu gato pode se deliciar com um filet de tuna “Chopped Charlie”, tendo como alternativa de acompanhamento uma porção de anchovas por um pequeno adicional de US$ 2,50. Aonde? No próprio Ritz de Chicago.
O Four Seasons de São Francisco recebe seus “hóspedes especiais” com um “drink” de boas vindas: água com folhas de menta, leite, e biscoitos selecionados. Já o Four Seasons de Boston oferece consultas e orientações grátis de veterinários, por telefone. E em NOVA YORK já existe um primeiro restaurante exclusivamente para gatos…
Assim, além de não perderem hóspedes para seus concorrentes, os hotéis que decidiram abrir suas portas para cães e gatos, devidamente acompanhados, estão engordando suas receitas, e mais que isso, fidelizando seus clientes.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
AUTENTICIDADE da UNILEVER
Hoje vou comentar um projeto que brilha há 20 anos. Além de revolucionar a categoria, conquistou a simpatia, adesão e veneração das chamadas MULHERES DE VERDADE. Isso mesmo. Vamos trocar uma idéia sobre o projeto DOVE / UNILEVER.
De carne e osso, gordas, magras, altas, baixas, peitudas, sem peitos, e tudo o mais. Falou a seus corações. Enterneceu. Tocou fundo. E assim foi até dois anos atrás, quando encerrou essa fase magistral e irretocável com o comercial antológico dirigido às mães, pedindo que orientassem suas filhas adolescentes antes que a indústria das plásticas e dos procedimentos invasivos fizesse a cabeça delas.
De lá pra cá uma tragédia só. A começar pela falta de AUTENTICIDADE da UNILEVER, contestada mundialmente por sua indisfarçável e descarada inconsistência, ao recomendar que as mães cuidassem de suas filhas – DOVE – e liberassem seus filhos – adolescentes cafajestes – AXE – para atacarem as filhas adolescentes de suas amigas e vizinhas.
De lá pra cá uma tragédia só. A começar pela falta de AUTENTICIDADE da UNILEVER, contestada mundialmente por sua indisfarçável e descarada inconsistência, ao recomendar que as mães cuidassem de suas filhas – DOVE – e liberassem seus filhos – adolescentes cafajestes – AXE – para atacarem as filhas adolescentes de suas amigas e vizinhas.
De uma forma tosca, grosseira, ofensiva, absurda. A ponto de merecer um mega puxão de orelha da CAMPAIGN FOR A COMMERCIAL FREE CHILDHOOD, e, ainda, e de quebra, do GREENPEACE, por outros motivos.
E aí, pra piorar, jogou a marca DOVE – exclusivamente feminina – no lixo. Lançou produtos para os homens com a mesma marca. Por uma análise medíocre dos resultados de uma pesquisa.
E pra completar, e segundo o portal UOL, ao recrutar as protagonistas para os comerciais de DOVE da próxima campanha passou a fazer uma série de restrições às MULHERES DE VERDADE. “O anúncio recruta mulheres entre 35 e 45 anos, que não sejam modelos ou atrizes, e que não devem ter pele flácida, tatuagens ou cicatrizes, além de uma boa pele e cabelos que são decisivos na escolha”.
DOVE, ascensão e queda de uma MARCA que chegou lá. Da base ao topo. Do topo a base.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Nova era no varejo
Grandes marcas do varejo estão ultrapassando parceiros para a venda direta ao consumidor. O comércio eletrônico por exemplo, é um dos pontos de venda mais democráticos e diretos.
Já no ambiente analógico, é preciso investimentos altos e criatividade apurada, planejamento logístico e muitos outros detalhes.
Gigantes do Varejo como BRASTEMP, SONY, BRITANIA e outras marcas importantes do mundo corporativo. Elas oferecem descontos maiores que as redes de varejo, e ainda uma série de outros serviços e vantagens.
Em outra circunstancia, empresas como Motorola, Nokia, Submarino.com, por exemplo, preferiram ficar no meio do caminho celebrando parcerias com o varejo.
Neste ambiente e contexto, é preciso analisar, caso a caso, a solução de comercialização mais adequada. Lógicamente, sempre sob a ótica do cliente.
Em matéria recente do JORNAL DA TARDE, assinada por MARÍLIA ALMEIDA, algumas das vantagens das pessoas em comprarem direto dos fabricantes: “descontos que chegam até a 40%, compras em 12 vezes sem juros, frete grátis, pré-vendas exclusivas para os clientes preferenciais... mais promoções relâmpagos”.
Já no ambiente analógico, é preciso investimentos altos e criatividade apurada, planejamento logístico e muitos outros detalhes.
Gigantes do Varejo como BRASTEMP, SONY, BRITANIA e outras marcas importantes do mundo corporativo. Elas oferecem descontos maiores que as redes de varejo, e ainda uma série de outros serviços e vantagens.
Em outra circunstancia, empresas como Motorola, Nokia, Submarino.com, por exemplo, preferiram ficar no meio do caminho celebrando parcerias com o varejo.
Neste ambiente e contexto, é preciso analisar, caso a caso, a solução de comercialização mais adequada. Lógicamente, sempre sob a ótica do cliente.
Em matéria recente do JORNAL DA TARDE, assinada por MARÍLIA ALMEIDA, algumas das vantagens das pessoas em comprarem direto dos fabricantes: “descontos que chegam até a 40%, compras em 12 vezes sem juros, frete grátis, pré-vendas exclusivas para os clientes preferenciais... mais promoções relâmpagos”.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Caça aos personagens
A Corporate Accountability International, CAI, fundada em 1977, se propõe a lutar contra os abusos das grandes corporações.
No momento, a CAI tem se empenhado a combater o gigante McDONALD, mais especificamente, seu boneco palhaço, que, de acordo com seus estudos, nos últimos 50 anos, tem sido o responsável por induzir crianças aos piores hábitos alimentares com seu palhaço emblemático.
A campanha exige que RONALD, o palhaço do Mc, seja aposentado. E naturalmente, pedem aos que concordarem e aderirem à causa, que façam contribuições a instituição.
A CAI se diz responsável ainda, pelo fim do simpático camelo, do CAMEL, e pede que o Mc adote semelhante providência.
O McDONALDs tratou a proposta com indiferença e afirma que o Ronald faz parte do imaginário das crianças e das recordações de duas ou três gerações.
E para sustentar sua posição, lembra que o mesmo palhaço é patrono de uma causa social da maior relevância, a RONALD McDONALD HOUSE CHARITIES que ajuda e possibilita aproximadamente 4 milhões de famílias, a cada ano, a permanecerem próximas de suas crianças doentes e internadas em hospitais.
É óbvio que BigMcs, cigarros e outros produtos fazem mal. Até matam. As empresas não tem o direito de enganar os consumidores, mas penalizar personagens que passeiam em nossas imaginações, definitivamente, não é a solução.
É fácil transferir responsabilidades e matar camelos e palhaços, mas de efetivo, nada. Educação e conscientização devem sair do berço e cultivada no cotidiano.
Lembro-me da MÔNICA, do CEBOLINHA e do ELEFANTE que durante décadas fizeram a grandeza dos produtos da CICA. E ainda, TONY, o TIGRE da KELLOGG’S, o cãozinho daschund da COFAP, o camelo da CAMEL, o RONALD do Mc, o “mouse” do BRADESCO, a GALINHA AZUL da MAGGI, o FRANGO VELOZ da SADIA e todos os mamíferos da PARMALAT.
No momento, a CAI tem se empenhado a combater o gigante McDONALD, mais especificamente, seu boneco palhaço, que, de acordo com seus estudos, nos últimos 50 anos, tem sido o responsável por induzir crianças aos piores hábitos alimentares com seu palhaço emblemático.
A campanha exige que RONALD, o palhaço do Mc, seja aposentado. E naturalmente, pedem aos que concordarem e aderirem à causa, que façam contribuições a instituição.
A CAI se diz responsável ainda, pelo fim do simpático camelo, do CAMEL, e pede que o Mc adote semelhante providência.
O McDONALDs tratou a proposta com indiferença e afirma que o Ronald faz parte do imaginário das crianças e das recordações de duas ou três gerações.
E para sustentar sua posição, lembra que o mesmo palhaço é patrono de uma causa social da maior relevância, a RONALD McDONALD HOUSE CHARITIES que ajuda e possibilita aproximadamente 4 milhões de famílias, a cada ano, a permanecerem próximas de suas crianças doentes e internadas em hospitais.
É óbvio que BigMcs, cigarros e outros produtos fazem mal. Até matam. As empresas não tem o direito de enganar os consumidores, mas penalizar personagens que passeiam em nossas imaginações, definitivamente, não é a solução.
É fácil transferir responsabilidades e matar camelos e palhaços, mas de efetivo, nada. Educação e conscientização devem sair do berço e cultivada no cotidiano.
Lembro-me da MÔNICA, do CEBOLINHA e do ELEFANTE que durante décadas fizeram a grandeza dos produtos da CICA. E ainda, TONY, o TIGRE da KELLOGG’S, o cãozinho daschund da COFAP, o camelo da CAMEL, o RONALD do Mc, o “mouse” do BRADESCO, a GALINHA AZUL da MAGGI, o FRANGO VELOZ da SADIA e todos os mamíferos da PARMALAT.
segunda-feira, 15 de março de 2010
Inovar é preciso
Segundo pesquisa do Comitê Inovação nas Pequenas e Médias Empresas (PME) da Associação Nacional de Pesquisa, Desenvolvimento e Engenharia das Empresas Inovadoras (Anpei), realizado em Outubro de 2009, investir na inovação de processos e ações, é cada vez mais decisivo para a sobrevivência de pequenas e médias empresas no Brasil.
O Comitê afirma que, se bem utilizada, as ações estratégicas de inovação ajuda a empresa a se posicionar melhor no mercado. Principalmente quanto ao aumento de eficiência e produtividade. Muitas vezes, inovar representa ainda, maior lucratividade e competitividade.
Dentre as inúmeras ferramentas de inovação, que antes era utilizada somente pelas grandes empresas, a informática é uma das mais fortes. Pode melhorar, controlar e medir processos para criar o futuro.
Nos últimos anos, essa busca pela inovação vem contribuindo para a crescente aquisição pelas empresas de sistemas de Gestão Empresarial, também conhecido como ERP (Enterprise Resource Planning).
Além de permitir a troca rápida de informações entre os setores e pessoas da empresa, os sistemas de ERP também integram as informações, facilitando uma análise para tomada de decisões. É uma ferramenta importante para organizar e automatizar processos de negócios. Disponibilizam informações, em tempo real, para gerentes e diretores.
O Sebrae confirma o valor competitivo do ERP. Em pesquisa divulgada em dezembro do ano passado, comprova que pequenos e médios empresários paulistas pretendem aumentar os investimentos nos negócios em 2010. O estudo mostra que 72% dos donos de empresa acreditam que o faturamento irá crescer, 71% planejam gastar, principalmente, em inovação tecnológica, compra de máquinas, equipamentos e reforma das instalações.
Adotando ações inovadoras, como os sistemas ERPs próprios para Pequenas e Médias Empresas, é possível aumentar a lucratividade, consolidar a competitividade e com isso, promover a sobrevivência sustentável da própria empresa.
O Comitê afirma que, se bem utilizada, as ações estratégicas de inovação ajuda a empresa a se posicionar melhor no mercado. Principalmente quanto ao aumento de eficiência e produtividade. Muitas vezes, inovar representa ainda, maior lucratividade e competitividade.
Dentre as inúmeras ferramentas de inovação, que antes era utilizada somente pelas grandes empresas, a informática é uma das mais fortes. Pode melhorar, controlar e medir processos para criar o futuro.
Nos últimos anos, essa busca pela inovação vem contribuindo para a crescente aquisição pelas empresas de sistemas de Gestão Empresarial, também conhecido como ERP (Enterprise Resource Planning).
Além de permitir a troca rápida de informações entre os setores e pessoas da empresa, os sistemas de ERP também integram as informações, facilitando uma análise para tomada de decisões. É uma ferramenta importante para organizar e automatizar processos de negócios. Disponibilizam informações, em tempo real, para gerentes e diretores.
O Sebrae confirma o valor competitivo do ERP. Em pesquisa divulgada em dezembro do ano passado, comprova que pequenos e médios empresários paulistas pretendem aumentar os investimentos nos negócios em 2010. O estudo mostra que 72% dos donos de empresa acreditam que o faturamento irá crescer, 71% planejam gastar, principalmente, em inovação tecnológica, compra de máquinas, equipamentos e reforma das instalações.
Adotando ações inovadoras, como os sistemas ERPs próprios para Pequenas e Médias Empresas, é possível aumentar a lucratividade, consolidar a competitividade e com isso, promover a sobrevivência sustentável da própria empresa.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
De grande para Mega São Paulo
No final de 2009 o IBGE divulgou mais uma fornada de pesquisas, e, dentre todas, a que confirma, como é do conhecimento de todos, uma das principais características de nosso país: CONCENTRAÇÃO.
De 5.564 municípios, 50 detém mais da metade de toda a renda. Destes, apenas 5 municípios controlam 25% de todo capital do país. São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte e Curitiba.
Claro que, com um bom planejamento, a realidade pode ser mudada. Talvez, lá pelos anos de 2050, dependendo das eleições atuais.
Mesmo assim, como comentei na última postagem, empresas precisam enxergar nessa distorção social, oportunidades para investimentos.
Por exemplo. A cidade de São Paulo responde sozinho por 12,02% de todo o PIB do Brasil. O município que vem em segundo lugar, Rio de Janeiro, responde por menos da metade, 5,26%. Em terceiro, Brasília, abraça quase ¼ do que representa o município de São Paulo, 3,76%.
Com raras exceções, as empresas que ainda insistem na prática dos Mercados Testes, deveriam reconsiderar São Paulo, sobre todos os aspectos, como a cidade ideal para esses testes.
Outro ponto a ser analisado é que, nas primeiras 25 colocações do ranking aparecem 10 cidades do Estado de São Paulo. Todas elas, num raio não superior a 100 quilômetros da capital. Considerando-se que dentro desse raio estão dezenas de outras cidades, podemos desenhar, mais que uma Grande São Paulo, uma MEGA SÃO PAULO, com aproximadamente 25% de todo o PIB do país. E, pela proximidade, facilidades de transporte, acesso, distribuição, cobertura de comunicação e ações promocionais, e com os devidos cuidados, podendo ser integradas e verdadeiramente consideradas como o MAIOR MERCADO DO PAÍS.
De 5.564 municípios, 50 detém mais da metade de toda a renda. Destes, apenas 5 municípios controlam 25% de todo capital do país. São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte e Curitiba.
Claro que, com um bom planejamento, a realidade pode ser mudada. Talvez, lá pelos anos de 2050, dependendo das eleições atuais.
Mesmo assim, como comentei na última postagem, empresas precisam enxergar nessa distorção social, oportunidades para investimentos.
Por exemplo. A cidade de São Paulo responde sozinho por 12,02% de todo o PIB do Brasil. O município que vem em segundo lugar, Rio de Janeiro, responde por menos da metade, 5,26%. Em terceiro, Brasília, abraça quase ¼ do que representa o município de São Paulo, 3,76%.
Com raras exceções, as empresas que ainda insistem na prática dos Mercados Testes, deveriam reconsiderar São Paulo, sobre todos os aspectos, como a cidade ideal para esses testes.
Outro ponto a ser analisado é que, nas primeiras 25 colocações do ranking aparecem 10 cidades do Estado de São Paulo. Todas elas, num raio não superior a 100 quilômetros da capital. Considerando-se que dentro desse raio estão dezenas de outras cidades, podemos desenhar, mais que uma Grande São Paulo, uma MEGA SÃO PAULO, com aproximadamente 25% de todo o PIB do país. E, pela proximidade, facilidades de transporte, acesso, distribuição, cobertura de comunicação e ações promocionais, e com os devidos cuidados, podendo ser integradas e verdadeiramente consideradas como o MAIOR MERCADO DO PAÍS.
Um Brasil de Oportunidades
Em entrevista ao Caderno de Negócios do Estadão, o mega investidor, SAM ZELL, relaciona cinco razões que tornam o Brasil a melhor alternativa de investimentos em todo o planeta:
1 – Com mais de 190 milhões de habitantes o BRASIL tem escala para investimentos;
2 – É autossuficiente em energia elétrica e rico em recursos naturais;
3 – É politicamente estável. Serve de exemplo a toda a América Latina;
4 – Tem um governo economicamente conservador e socialmente progressista;
5- Tem executivos de primeira linha, o que é difícil achar em outros países onde invisto”.
Considerando-se o momento da EUROPA, verdadeiramente, o BRASIL, é um paraíso para investidores de todo o mundo. Claro, desde que a EUROPA, ao afundar, e se afundar, não nos carregue junto. A EUROPA não deve afundar, mas que a crise é grave, é. Mas, se afundar, num mundo em tempo real e absolutamente integrado, nenhum paraíso resiste impunemente.
1 – Com mais de 190 milhões de habitantes o BRASIL tem escala para investimentos;
2 – É autossuficiente em energia elétrica e rico em recursos naturais;
3 – É politicamente estável. Serve de exemplo a toda a América Latina;
4 – Tem um governo economicamente conservador e socialmente progressista;
5- Tem executivos de primeira linha, o que é difícil achar em outros países onde invisto”.
Considerando-se o momento da EUROPA, verdadeiramente, o BRASIL, é um paraíso para investidores de todo o mundo. Claro, desde que a EUROPA, ao afundar, e se afundar, não nos carregue junto. A EUROPA não deve afundar, mas que a crise é grave, é. Mas, se afundar, num mundo em tempo real e absolutamente integrado, nenhum paraíso resiste impunemente.
sábado, 30 de janeiro de 2010
Atendimento
Entre escolher uma marca e um produto, o carioca prefere mesmo o bom atendimento. Segundo a pesquisa “As empresas que mais Respeitam os Consumidores”, a excelência no atendimento é o mais influente na hora de decidir suas compras (53%). O estudo realizado pelo Grupo Padrão junto com a Shopper Experience mostra que a imagem da marca tem preferência para 24% dos cariocas, enquanto a qualidade dos produtos é determinante para 22% dos clientes.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Saindo da crise
A BOMBRIL, um dos mais importantes cases de marketing do Brasil, fundada em 1948, por Roberto Sampaio Ferreira, tornou-se rapidamente, uma designação genérica da lã de aço.
A qualidade do contexto do produto, agregando suas “1001 utilidades”, a eficácia na distribuição, além da simpatia de um marketing de última geração, tornou a Bombril, detentora de quase toda a sua categoria.
Para completar, Carlos Moreno com o GAROTO BOMBRIL de Washington Olivetto, conquista o consumidor e dá um novo e descomunal salto de qualidade.
Após um período de turbulência na empresa, entre troca de gestão e crises administrativas, Ronaldo Ferreira, um dos filhos do fundador da marca, diz que a BOMBRIL volta a reluzir e está mais que pronta para a retomada do sucesso: “Perdi vinte anos fora da empresa e mais três dentro, quando a gente apanhou muito. Neste ano de 2009, começamos a auferir os bons resultados, mas 2010 será o grande ano... acredito demais nessa empresa e na marca...”. (Revista Distribuição).
E assim, o ambiente corporativo vai evoluindo mostrando que, quando as pessoas se dispõem a trabalhar com determinação e comprometimento, é possível sair de qualquer crise.
A qualidade do contexto do produto, agregando suas “1001 utilidades”, a eficácia na distribuição, além da simpatia de um marketing de última geração, tornou a Bombril, detentora de quase toda a sua categoria.
Para completar, Carlos Moreno com o GAROTO BOMBRIL de Washington Olivetto, conquista o consumidor e dá um novo e descomunal salto de qualidade.
Após um período de turbulência na empresa, entre troca de gestão e crises administrativas, Ronaldo Ferreira, um dos filhos do fundador da marca, diz que a BOMBRIL volta a reluzir e está mais que pronta para a retomada do sucesso: “Perdi vinte anos fora da empresa e mais três dentro, quando a gente apanhou muito. Neste ano de 2009, começamos a auferir os bons resultados, mas 2010 será o grande ano... acredito demais nessa empresa e na marca...”. (Revista Distribuição).
E assim, o ambiente corporativo vai evoluindo mostrando que, quando as pessoas se dispõem a trabalhar com determinação e comprometimento, é possível sair de qualquer crise.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Ações web
O verão, caracterizado principalmente pelo sol e pela praia, tem um coadjuvante capaz de tirar muita gente do sério: os mosquitos. Por isso, a Ceras Johnson lança duas ações promocionais com o mote de batalha contra os insetos. As promoções Batalha OFF! e Day OFF! serão realizadas exclusivamente na internet e darão dois Nintendo Wii e Kits do produto.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Por que não compram meu produto?
2010 chegou com a locomotiva do mundo empresarial a todo vapor. Por isso, separamos um comentário muito interessante de Laura Lake sobre o tema: “Por que não compram meu produto?”. Laura destaca cinco motivos para que s pessoas não comprem produtos e serviços de empresas e prestadores.
1 – Desconhecem a existência. Para comprar um produto as pessoas precisam saber que ele existe.
2 – Desconhecem os valores agregados. Não é suficiente caber no bolso e no tempo das pessoas. Produtos e serviços despertam atenção e vontade de compra quando tangibilizam e comunicam, com clareza e precisão, todos os serviços que são capazes de prestar.
3 – Não reconhecem o que transcende. Produtos e serviços se assemelham cada vez mais. A diferença reside no estilo e personalidade que transmitem e de como prestam esses serviços. Não é suficiente se igualar aos demais concorrentes; é vital transcender.
4 – Falta de sentido. Não é suficiente superar todos os demais concorrentes. Isso dá ao produto ou serviço a condição de finalista único mas, ainda, não foi comprado. Para que a compra se realize é essencial que faça sentido para as pessoas. Que verdadeiramente atenda a uma expectativa já existente, ou mesmo uma criada pela sua presença; mas, tem que fazer sentido.
5 – Inacessibilidade. As pessoas precisam sentir-se seguras de que serão capazes de tirar todo o proveito do produto. Seja pela facilidade de compra, transporte e principalmente no uso. A menos que estejam comprando apenas um objeto de decoração.
1 – Desconhecem a existência. Para comprar um produto as pessoas precisam saber que ele existe.2 – Desconhecem os valores agregados. Não é suficiente caber no bolso e no tempo das pessoas. Produtos e serviços despertam atenção e vontade de compra quando tangibilizam e comunicam, com clareza e precisão, todos os serviços que são capazes de prestar.
3 – Não reconhecem o que transcende. Produtos e serviços se assemelham cada vez mais. A diferença reside no estilo e personalidade que transmitem e de como prestam esses serviços. Não é suficiente se igualar aos demais concorrentes; é vital transcender.
4 – Falta de sentido. Não é suficiente superar todos os demais concorrentes. Isso dá ao produto ou serviço a condição de finalista único mas, ainda, não foi comprado. Para que a compra se realize é essencial que faça sentido para as pessoas. Que verdadeiramente atenda a uma expectativa já existente, ou mesmo uma criada pela sua presença; mas, tem que fazer sentido.
5 – Inacessibilidade. As pessoas precisam sentir-se seguras de que serão capazes de tirar todo o proveito do produto. Seja pela facilidade de compra, transporte e principalmente no uso. A menos que estejam comprando apenas um objeto de decoração.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Conectados Anônimos
Foi inaugurado, no hospital italiano Policlinico Gemelli, em Roma, um departamento especializado em pacientes viciados em internet. "A dependência da internet está se tornando um problema comum, afetando cerca de 40% dos chamados 'internautas'", afirma o psiquiatra Tonioni Friedrich, diretor do projeto.

Segundo a agência de notícias AFP, as principais vítimas são jovens e entusiastas de jogos que perdem todo o contato com a realidade. Identificada em 1995 pelo psiquiatra americano Ivan Goldberg, os principais sintomas da dependência da internet são problemas de sono, alteração do sentido de tempo e espaço, dificuldades em se comunicar com outros, ansiedade e depressão quando a pessoa se afasta do computador.
Mark, 25 anos, um dos pacientes do doutor Friedrich, contou que "tudo começou de forma gradual. Comecei a passar mais tempo no Facebook, com mensagens eletrônicas e jogos até que isso se tornou a única ocupação que eu tinha. Eu passo o tempo todo na internet, e paro apenas para dormir e comer".

Segundo a agência de notícias AFP, as principais vítimas são jovens e entusiastas de jogos que perdem todo o contato com a realidade. Identificada em 1995 pelo psiquiatra americano Ivan Goldberg, os principais sintomas da dependência da internet são problemas de sono, alteração do sentido de tempo e espaço, dificuldades em se comunicar com outros, ansiedade e depressão quando a pessoa se afasta do computador.
Mark, 25 anos, um dos pacientes do doutor Friedrich, contou que "tudo começou de forma gradual. Comecei a passar mais tempo no Facebook, com mensagens eletrônicas e jogos até que isso se tornou a única ocupação que eu tinha. Eu passo o tempo todo na internet, e paro apenas para dormir e comer".
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Digitalizando a inclusão digital
Creio que UMA das formas mais eficazes contra as carências da sociedade é a democratização da informação. Mas enquanto a política continua dificultando o acesso, ou ainda, atrapalhando as formas para isso, as famílias brasileiras investiram na aquisição de computadores. As famílias mais pobres partiram para o acesso a internet numa segunda etapa.

O resultado é que, hoje, segundo o IBGE e o Comitê Gestor da Internet no Brasil, possuem um microcomputador:
95% dos lares da classe A
70% da B
25% da C
3% da D e E
Destes números, a internet esta conectada em
91% dos lares da classe A
58% da B
16% da C
1% da D e E
Diante disso, TALITA MOREIRA e ANDRÉ BORGES assinaram uma matéria no Jornal VALOR On Line, com alguns depoimentos e entrevistas interessantes, que traduz o que vem acontecendo nas famílias pobres:
“Um ano atrás, o vigilante noturno JOÃO JOSÉ DIAS e a esposa, VERA DIAS, compraram seu primeiro computador – um modelo POSITIVO que custou R$ 1 mil dividido em 15 prestações. O casal também apertou o orçamento para pagar R$ 90 mensais para uma conexão de acesso a internet –“Cortamos gastos com roupas e coisas supérfluas” explicou VERA -. O casal decidiu investir num computador diante de tanta insistência do filho mais velho de 10 anos, - “É muito importante para fazer as pesquisas da escola” -. VERA e o marido se matricularam em escola que oferecia cursos de informática...”.
“Na Telefônica, 10% das vendas de novas conexões do serviço de acesso SPEEDY são para a classe D – mais que o dobro do percentual do ano passado...”.
“O computador é o grande sonho da classe D (RENATO MEIRELLES, sócio-diretor e analista do DATA POPULAR). Em 73% das famílias da classe D, os filhos têm mais escolaridade que os país. Com isso o pai não consegue ajudar o filho nas tarefas da escola... O computador é quem cumpre esse papel”.
“Para FABIANA GUANDALIM, moradora da favela do JAGUARÉ, casada com um vigia que recebe pouco mais de um salário mínimo por mês e mãe de cinco filhos, não sobra dinheiro para a família comprar o computador. FABIANA sonha: “É o que mais quero e vou conseguir”. Já se matriculou nas aulas de informática do centro cultural.

O resultado é que, hoje, segundo o IBGE e o Comitê Gestor da Internet no Brasil, possuem um microcomputador:
95% dos lares da classe A
70% da B
25% da C
3% da D e E
Destes números, a internet esta conectada em
91% dos lares da classe A
58% da B
16% da C
1% da D e E
Diante disso, TALITA MOREIRA e ANDRÉ BORGES assinaram uma matéria no Jornal VALOR On Line, com alguns depoimentos e entrevistas interessantes, que traduz o que vem acontecendo nas famílias pobres:
“Um ano atrás, o vigilante noturno JOÃO JOSÉ DIAS e a esposa, VERA DIAS, compraram seu primeiro computador – um modelo POSITIVO que custou R$ 1 mil dividido em 15 prestações. O casal também apertou o orçamento para pagar R$ 90 mensais para uma conexão de acesso a internet –“Cortamos gastos com roupas e coisas supérfluas” explicou VERA -. O casal decidiu investir num computador diante de tanta insistência do filho mais velho de 10 anos, - “É muito importante para fazer as pesquisas da escola” -. VERA e o marido se matricularam em escola que oferecia cursos de informática...”.
“Na Telefônica, 10% das vendas de novas conexões do serviço de acesso SPEEDY são para a classe D – mais que o dobro do percentual do ano passado...”.
“O computador é o grande sonho da classe D (RENATO MEIRELLES, sócio-diretor e analista do DATA POPULAR). Em 73% das famílias da classe D, os filhos têm mais escolaridade que os país. Com isso o pai não consegue ajudar o filho nas tarefas da escola... O computador é quem cumpre esse papel”.
“Para FABIANA GUANDALIM, moradora da favela do JAGUARÉ, casada com um vigia que recebe pouco mais de um salário mínimo por mês e mãe de cinco filhos, não sobra dinheiro para a família comprar o computador. FABIANA sonha: “É o que mais quero e vou conseguir”. Já se matriculou nas aulas de informática do centro cultural.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Quantidade X Qualidade
O Instituto Análise percorreu 70 cidades do país, pesquisando exatos 1.000 entrevistados para saber como andam as proporções de católicos e evangélicos. Para espanto de Roma, os fiéis, ou os que se diziam fiéis católicos, despencaram nos últimos tempos. Do CENSO 2000, 73,77% eram Católicos e 15,44% Evangélicos. Na pesquisa atual do Análise, registra-se 59% contra 23%.
Com a divulgação da pesquisa nos principais jornais do país, a cúpula da Igreja Apostólica Romana (ICAR) providenciou diversas reuniões para reagir aos dados.Para aumentar as discussões, a pesquisa mostra que, mesmo em minoria, porém, em crescimento, os Evangélicos são dizimistas mais fiéis que os Católicos. 80% dos Evangélicos não-pentecostais fazem doações regulares, contra 76% dos Evangélicos pentecostais. No lado Católico, os dizimistas somam 68% entre os praticantes e 31% entre os Católicos não praticantes.
O crescimento Evangélico continua também quanto aos valores. Na média mensal, Evangélicos não-pentecostais doam R$ 36,03 enquanto os Evangélicos pentecostais R$ 31,48. No lado dos Católicos praticantes, a média é de R$ 14,01 enquanto os Católicos não praticantes R$ 3,24. Mais que o dobro de diferença.
Multiplicado pelo número de seus fiéis, cada uma das religiões arrecada, mensalmente, R$ 680,5 milhões a Católica; R$ 599,5 milhões a Evangélica pentecostal; e R$ 432,5 milhões, a Evangélica não pentecostal.
Mesmo assim, o número de pessoas que se dizem Católicas é maior. Segundo a pesquisa, a população do país é constituída, hoje, por 59% de Católicos, 14% de Evangélicos pentecostais, 9% de Evangélicos não-pentecostais, 3% de kardecistas e espiritualistas e 10% sem religião.
Como está escrito no Evangelho de Mateus, capítulo 25: "servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei".
Com a divulgação da pesquisa nos principais jornais do país, a cúpula da Igreja Apostólica Romana (ICAR) providenciou diversas reuniões para reagir aos dados.Para aumentar as discussões, a pesquisa mostra que, mesmo em minoria, porém, em crescimento, os Evangélicos são dizimistas mais fiéis que os Católicos. 80% dos Evangélicos não-pentecostais fazem doações regulares, contra 76% dos Evangélicos pentecostais. No lado Católico, os dizimistas somam 68% entre os praticantes e 31% entre os Católicos não praticantes.
O crescimento Evangélico continua também quanto aos valores. Na média mensal, Evangélicos não-pentecostais doam R$ 36,03 enquanto os Evangélicos pentecostais R$ 31,48. No lado dos Católicos praticantes, a média é de R$ 14,01 enquanto os Católicos não praticantes R$ 3,24. Mais que o dobro de diferença.
Multiplicado pelo número de seus fiéis, cada uma das religiões arrecada, mensalmente, R$ 680,5 milhões a Católica; R$ 599,5 milhões a Evangélica pentecostal; e R$ 432,5 milhões, a Evangélica não pentecostal.
Mesmo assim, o número de pessoas que se dizem Católicas é maior. Segundo a pesquisa, a população do país é constituída, hoje, por 59% de Católicos, 14% de Evangélicos pentecostais, 9% de Evangélicos não-pentecostais, 3% de kardecistas e espiritualistas e 10% sem religião.
Como está escrito no Evangelho de Mateus, capítulo 25: "servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei".
Se apetece ao PT ter poder...
No alto de sua sabedoria, Lula soltou o seguinte comentário: “NO BRASIL, CRISTO TERIA DE SE ALIAR A JUDAS”. Então, lembrei-me dos últimos acontecimentos como a união PMDB com PT. LULA e SARNEY. LULA e ... outros tantos políticos. Em cada aliança, quem é CRISTO, quem é o JUDAS? Claro que esta comparação é besta pois, a Cristo, nada nem ninguém se compara. E não estou me referindo ao lado espiritual/religioso. Enfim. É uma pena que nossos representantes sejam o que são... e ainda são. Para completar, Lula afirma: “O papel da imprensa não é fiscalizar o poder, é informar… para ser fiscal, tem o TCU, tem a Corregedoria-Geral da República, tem um monte de coisas”. REFORMA JÁ!
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Soldados da Chinapotência
A pirataria chinesa movimenta tanto dinheiro que ninguém tem coragem de enfrentá-los. Ao invés disso, fazem o rapa contra ‘laranjas’ da pirataria que mal sabem o que, como, quando, onde fica a China. Passam o dia todo debaixo do sol para enriquecer os gigantes e correndo todos os riscos por eles. Além da multa, ainda podem ir para a cadeia, além de serem massacrados pelos “autores”, detentores dos “direitos”.

Segundo a Folha desta semana, muitas marcas brasileiras já são preferência entre os piratas da China. Entre elas, a marca de tesouras MUNDIAL, a SOPRANO fechaduras e cadeados, HAVAIANAS e muitas outras mais. “Enquanto isso, na sala de justiça”... da China, os gigantes aumentam seus impérios, deitam e rolam sobre os Diretos Autorais de milhares de empresas de todo o mundo e aumentam seu exército de “soldados” camelôs nas ruas.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Mais do Mesmo
Apesar de ex-fumante, acredito que o Estado deveria renunciar a arrecadação sobre a venda de cigarros já que fumar é contravenção passível de multas. E mais. Deveria cobrar impostos sobre prostituição, cassinos, crime organizado, assaltantes de toda ordem, corrupção e muito mais.
As leis devem ser criadas para serem aplicadas e, quando aplicadas, melhorarem a qualidade de vida da população. Em todos os sentidos. Não apenas as que promovem o Governo causam polemicas desnecessárias, etc.
Quem sabe, um dia, teremos um grupo de administradores públicos realmente preocupados com uma gestão eficaz. Quem sabe a galera não transforme São Paulo, em exemplo de gestão para o mundo. Lembro-me de uma verbete escrita pelo guru Peter Drucker: "Não existem países subdesenvolvidos. Existem os sub administrados". Ouso completar. Existem as subvontades dos subadministradores.
As leis devem ser criadas para serem aplicadas e, quando aplicadas, melhorarem a qualidade de vida da população. Em todos os sentidos. Não apenas as que promovem o Governo causam polemicas desnecessárias, etc.
Quem sabe, um dia, teremos um grupo de administradores públicos realmente preocupados com uma gestão eficaz. Quem sabe a galera não transforme São Paulo, em exemplo de gestão para o mundo. Lembro-me de uma verbete escrita pelo guru Peter Drucker: "Não existem países subdesenvolvidos. Existem os sub administrados". Ouso completar. Existem as subvontades dos subadministradores.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Autoconhecimento
O mundo corporativo é desafiador. Cansativo se mal organizado. Desenvolver um autoconhecimento é fundamental para continuar produzindo resultados, obter autocontrole e outros benefícios.
A capacidade de conhecer a si próprio, conhecer suas reações frente às situações de sua vida social e profissional, principalmente nos momentos de pressão, é algo muito bom e importante para a qualidade dos frutos no trabalho ou em qualquer aspecto da vida. Existem muitas técnicas eficientes para desenvolvimento do autoconhecimento. Yoga, meditação, seções psicoterápicas, coaching, treinamento comportamental.
Mas cada pessoa, com seu perfil específico, pode encontrar a capacidade de gerir suas próprias emoções, seu estado de espírito e seu bom humor. Algumas atividades que utilizo é ouvir músicas de qualidade, frequento a academia. Em situações de adversidade e raiva, procuro respirar fundo, pensar na beleza da criação, e contar até 10.
Os problemas existem para serem transformados em oportunidades. A longo prazo, tudo se encaixa, tudo se explica. Por isso, se conseguirmos focar o lado positivo das coisas, desenvolvemos uma perspectiva otimista dos fatos.
Boa sorte!
A capacidade de conhecer a si próprio, conhecer suas reações frente às situações de sua vida social e profissional, principalmente nos momentos de pressão, é algo muito bom e importante para a qualidade dos frutos no trabalho ou em qualquer aspecto da vida. Existem muitas técnicas eficientes para desenvolvimento do autoconhecimento. Yoga, meditação, seções psicoterápicas, coaching, treinamento comportamental.
Mas cada pessoa, com seu perfil específico, pode encontrar a capacidade de gerir suas próprias emoções, seu estado de espírito e seu bom humor. Algumas atividades que utilizo é ouvir músicas de qualidade, frequento a academia. Em situações de adversidade e raiva, procuro respirar fundo, pensar na beleza da criação, e contar até 10.
Os problemas existem para serem transformados em oportunidades. A longo prazo, tudo se encaixa, tudo se explica. Por isso, se conseguirmos focar o lado positivo das coisas, desenvolvemos uma perspectiva otimista dos fatos.
Boa sorte!
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