segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Mais do Mesmo

Apesar de ex-fumante, acredito que o Estado deveria renunciar a arrecadação sobre a venda de cigarros já que fumar é contravenção passível de multas. E mais. Deveria cobrar impostos sobre prostituição, cassinos, crime organizado, assaltantes de toda ordem, corrupção e muito mais.

As leis devem ser criadas para serem aplicadas e, quando aplicadas, melhorarem a qualidade de vida da população. Em todos os sentidos. Não apenas as que promovem o Governo causam polemicas desnecessárias, etc.

Quem sabe, um dia, teremos um grupo de administradores públicos realmente preocupados com uma gestão eficaz. Quem sabe a galera não transforme São Paulo, em exemplo de gestão para o mundo. Lembro-me de uma verbete escrita pelo guru Peter Drucker: "Não existem países subdesenvolvidos. Existem os sub administrados". Ouso completar. Existem as subvontades dos subadministradores.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Autoconhecimento

O mundo corporativo é desafiador. Cansativo se mal organizado. Desenvolver um autoconhecimento é fundamental para continuar produzindo resultados, obter autocontrole e outros benefícios.

A capacidade de conhecer a si próprio, conhecer suas reações frente às situações de sua vida social e profissional, principalmente nos momentos de pressão, é algo muito bom e importante para a qualidade dos frutos no trabalho ou em qualquer aspecto da vida. Existem muitas técnicas eficientes para desenvolvimento do autoconhecimento. Yoga, meditação, seções psicoterápicas, coaching, treinamento comportamental.

Mas cada pessoa, com seu perfil específico, pode encontrar a capacidade de gerir suas próprias emoções, seu estado de espírito e seu bom humor. Algumas atividades que utilizo é ouvir músicas de qualidade, frequento a academia. Em situações de adversidade e raiva, procuro respirar fundo, pensar na beleza da criação, e contar até 10.

Os problemas existem para serem transformados em oportunidades. A longo prazo, tudo se encaixa, tudo se explica. Por isso, se conseguirmos focar o lado positivo das coisas, desenvolvemos uma perspectiva otimista dos fatos.

Boa sorte!

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Serra começa campanha sem foco

Pelo visto, a campanha de Serra começou. Para promover a lei que bane o cigarro e derivados de tabaco em quase todos os ambientes fechados no Estado de São Paulo, Serra vai distribuir 810 mil brindes.

Segundo a licitação, trata-se de 180 mil porta-retratos magnéticos, 210 mil porta-copos, aliás, fumar não pode, beber pode, 130 mil balões coloridos, 100 mil crtões postais, 10 mil camisetas, 10 mil pen drives de 1 giga, 10 mil pins estampados, 10 mil bonés tipo americano, 100 mil lixinhos para veículos e 50 mil chaveiros.

Lamentavelmente, tudo sem nexo e sem foco na campanha antifumo, deduzindo sem dúvidas, no início da campanha de Serra para 2010. Que Deus tome a frente das próximas eleições para que .

sexta-feira, 24 de julho de 2009

FOCO

Como é difícil as empresas resistirem às tentações! Mesmo com o arsenal de “cases” de fracassos, muitos deles arruinando empresas e empresários, a cada novo dia mais e mais empresas acreditam serem capazes de fazer mais porque são capazes de fazer menos.

O caminho do sucesso cada vez mais se distancia do “ampliar o leque” e cada vez mais se revela no “concentrar o foco”. E quem faz menos deve se esmerar em fazer, cada vez mais, menos. Em muitas dessas empresas prevalece o JÁQUE... Já que fazemos isso e isso leva aquilo vamos fazer o aquilo, também. Nesse exato momento estão provocando um furo no casco e a água, silenciosamente, começa a invadir.

Nos jornais deste mês de julho, a notícia que duas empresas do “fast-food” – franquias -, decidiram investir e mergulhar, também, no negócio do “food service”. Mas não é a mesma coisa, não é trabalhar com alimentos? Não, não é. Ter alimento na designação é tão a mesma coisa como ter SILVA no sobrenome.

FAST-FOOD é uma coisa, FOOD SERVICE é outra completamente diferente. Outros processos, outras formas de trabalho, outras marcas, outras escalas, outras dimensões econômicas, e, principalmente, primeiramente, e acima de tudo, OUTROS CLIENTES.

Falando ao DCI, empresários do REI DO MATE e da VIVENDA DO CAMARÃO alardeiam seus sucessos e expectativas no território do FOOD SERVICE. ANTONIO CARLOS NASRAUI, Diretor Comercial e de Marketing do REI DO MATE: “Temos 30 contratos de fornecimento e oito empresas responsáveis pela distribuição dos nossos produtos. O retorno está acima do esperado, mas ainda é cedo para falar de resultados”.

NASRAUI, segundo o DCI, acredita que o diferencial das bebidas do REI DO MATE é a força da marca em detrimento dos concorrentes LIPTON ICE TEA, NESTEA e MATTE LEÃO. Já RODRIGO PERRI, sócio-diretor da VIVENDA DO CAMARÃO espera que o crescimento no FOOD SERVICE responda por 30% do faturamento do grupo nos próximos 5 anos: “Estamos caçando oportunidades e desenvolvendo produtos e receitas exclusivas para atender a demanda de alguns clientes...

Focamos em empresas de diversos tamanhos como a SODEXO, e em pequenos restaurantes...”. Em tempo, não existe FOCO em empresas de diferentes tamanhos; o correto seria dizer “desfocamos em empresas de diferentes tamanhos...Qual a chance de dar certo. Mínima. Menor que 10%. Será que não valeria a pena mergulhar mais profundamente no território que dominam e são competitivos e lucrativos, e melhorarem ainda mais suas performances? Claro que sim.

Mas, não existe veneno mais sedutor do que o navegar por mares nunca dantes navegados... E deixar abandonada a vaca leiteira sob o ataque dos concorrentes e se debilitando.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Politicá: Defeito de fabricação

Na quadrilha do SENADO, podemos encontrar gente de todo tipo, mas TODOS com algo em comum: FALTA DE VERGONHA NA CARA.

Isso mesmo. Entre eles estão omissos, dissimulados, corruptos ativos, "laranjas" passivos, etc. Mas todos recebem treinamentos e incentivos como muitos executivos do mais alto padrão. A diferença é que executivos dependem de resultados eficazes ou se empenham por isso.

Na política infelizmente não é assim. O Senado Brasileiro é a instituição pública que mais abriga funcionário público por metro quadrado em todo o planeta. Mais de 100 funcionários para cada senador. Mesmo assim, os resultados são lastimáveis.

RENÚNCIA TOTAL DOS POLÍTICOS BRASILEIROS.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Ozzy é o novo garoto propaganda da Samsung

Preservando seu histórico de altos investimentos e “inovações” na comunicação com o mercado, a Samsung contratou nada menos que Ozzy Osbourne como garoto propaganda de sua linha de celulares.

A sacada mostra seus primeiros sinais de sucesso, atingindo mais de 500 mil acessos no You Tube. A propaganda ficou 10. Mas para aumentar as vendas e construir uma marca respeitada é preciso muito mais que a presença de um Ozzy.

É fundamental a presença da boa qualidade dos aparelhos, que ainda deixam a desejar, principalmente se comparados a Apple, Nokia e BlackBerry. É preciso uma equipe preparada para atender no momento em que o cliente for procurar pelo produto, depois de encantado pela propaganda. É decisivo a presença de um Pós Venda eficaz e cativante.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

77 anos na liderança não garantem o sucesso de hoje




A General Motors, que durante 77 anos liderou a fabricação e comercialização de automóveis no planeta, pediu concordata para não quebrar.

Para quem acha que o fato esta longe da própria realidade, deve rever seus conceitos. O mesmo destino aguarda os que ainda desfilam prósperos e arrogantes na passarela de um tempo que se foi. Consomem e sobrevivem, até que bem, das conquistas do passado. Movem-se por inércia.

Em questão de anos, se não tiverem a coragem de se destruir e reconstruir de novo, virarão estátuas. Isso vale para todos. Micro, pequenas, médias e multinacionais.

Além da GM que hoje tomba, podemos colocar a VOLKS, FORD, UNILEVER, COLGATE, JOHNSON&JOHNSON, PROCTER, e dezenas de outras mais.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Asas Proibidas


O lançamento da versão RED BULL -COLA - na ALEMANHA, não começa bem. Foram encontradas partículas de cocaina na bebida.

Mesmo em doses mínimas. Mesmo não representando o menor risco para a saúde. Mesmo sendo deliciosamente energética, a substância é proibida por lei. Portanto, não pode ser comercializado.

A mais promissora das bebidas do novo milênio, a única, por enquanto, com potencial de ser a COCA-COLA do 21º milênio, tem escorregado em suas estratégias.

Primeiro com a tendência em apoiar esportes convêncionais, batendo de frente com sua Identidade Corporativa. Segundo, colocando em dúvida a qualidade de seus produtos com matéria prima ilícita.

Por mais que se prove a irrelevância para a saúde do consumidor que ingere estes resíduos de cocaína, será que a imagem da marca não sofre arranhões?

Mesmo que em quantidades ínfimas, o que acontece com pessoas que já tem predisposição ao vício de tais substâncias?

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Disney

Pessoal, segue um vídeo produzido pela DISNEY e indicado ao Prêmio Caboré 2008.

Revendo o filme, achei legal compartilhar com quem ainda não viu.

Um forte abraço a todos.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Oportunidades na crise


Leia um trecho da entrevista feita pelo caderno de finanças do jornal VALOR, ao presidente do ITAÚ-UNIBANCO, ROBERTO SETUBAL que confessa que a crise favorece o processo de junção das duas organizações:

“Se o mercado estivesse crescendo a uma taxa de 30% a gente ia perder mercado… o mercado vinha muito aquecido e isso exige uma esforço muito grande da organização… assim não conseguiríamos fazer a integração dos dois bancos e manter o ritmo de crescimento… a crise facilitou muito tornando o custo de oportunidade da integração muito menor”.

Ou seja, não basta fazer bons negócios. É fundamental realizá-los na hora certa.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Nova Ordem

Para continuarem competitivas em um ano cheio de desafios e expectativas pela crise econômica, as empresas estão corrigindo seus planejamentos e ações.

O Jornal VALOR mostrou em caderno especial, os seguintes dados :

* o consumo das famílias brasileiras no final de 2008 registrou queda de 2%;
* o investimento caiu 9,8%;
* o total de desempregados cresceu 17%;
* desde antes da crise até agora a massa de rendimentos recuou em apenas 0.5%;
* no mês de março, as concessões de crédito superaram em 5,2% as de setembro de 2008;
* a taxa real de juros caminha rapidamente para os 5%.

É a primeira vez na história do Brasil que conseguimos reduzir o custo do dinheiro em meio a uma crise histórica e descomunal como esta.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

PASTA BRANQUEADORA NÃO CLAREIA

No caderno SAÚDE da FOLHA DE S.PAULO de 1 de abril de 2009 – é verdade, mesmo – a manchete diz que “PASTA BRANQUEADORA NÃO CLAREIA”.

Referia-se a um estudo realizado pelo PRO TESTE e que concluiu que essas pastas que fazem essa promessa/benefício, por serem mais abrasivas, o máximo que conseguem é desgastar o esmalte dos dentes. Das sete marcas analisadas, 5 não têm eficácia.

A química do PRO TESTE, MARINA JAKUBOWSKI explicou que “todos os cremes dentais têm abrasivos, inclusive os infantis. Mas, nos branqueadores eles estão em maior quantidade”... e, recomenda, “o ideal é utilizá-los por um mês, e depois dar um tempo. Ou usá-los apenas em uma das escovações de cada dia, alternado-o com pastas comuns”. Ou seja, de um lado, o PRO TESTE diz que são ineficazes, e, de outro, a química do PRO TESTE recomenda a utilização alternada?! Mesmo sendo ineficazes?!

Aí a FOLHA foi ouvir a GLAXOSMITHKLINE, fabricante do AQUAFRESH ULTIMATE WHITE e do SENSODYNE BRANQUEADOR EXTRAFRESH, o mais caro de todos, e que se consagrou no teste por registrar os maiores graus de abrasividade e irritabilidade, mas, quanto ao “BRANQUEADOR” que leva em sua denominação, “seu efeito foi nulo”.

E aí a empresa explicou, “os produtos são registrados na ANVISA e comercializados no Brasil e em diversos países da América e Europa”... “segundo a Associação Brasileira de Odontologia, não existem testes padronizados e específicos para determinar o branqueamento dos dentes”... e “que várias são as metodologias disponíveis e que a empresa possui testes internacionais realizados para a comprovação do efeito branqueador...”.

Quem desempata? Você, consumidor. Que diante das informações e de toda a controvérsia, decide se acredita no PRO TESTE, ou, nas indústrias.

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sexta-feira, 17 de abril de 2009

Reforma na Lei Rouanet: Oportunidade para o marketing nas empresas

O ministro da Cultura, Juca Ferreira, apresentou esta semana, o projeto de reforma da Lei Rouanet e as ações do programa Mais Cultura, que tem como objetivo garantir o pleno direito de produção e de acesso cultural no país.

A Lei não patrocina apenas os espetáculos de teatro. Na verdade, trabalha com o conjunto da produção, com linguagens artísticas e com outras áreas da cultura que não são diretamente artísticas, mas são igualmente importantes. Infelizmente, o arcabouço legal que regulamenta a disponibilização dos recursos via renúncia fiscal não corresponde à expectativa.

A idéia inicial era permitir que o empresariado colaborasse, manifestasse sua responsabilidade social. Nesses 18 anos, só 10% foi dinheiro privado; 90%, dinheiro público. E com uma característica de que não tem regras para a aplicação dos recursos, pois elas são muito genéricas. Então, acabou gerando uma série de distorções, como a concentração excessiva em dois estados: Rio e São Paulo.

O resultado desses 18 anos aponta que 3% dos proponentes nesse período captaram mais de 50% dos recursos. Ou seja, são os mesmos de sempre que conhecem o caminho das pedras e têm acesso ao dinheiro.

A grande maioria da população brasileira, com suas manifestações culturais em todo o território nacional, não tem acesso. Dinheiro público não pode ser disponibilizado para ampliar a concentração, ampliar a exclusão.

A principal motivação da mudança na Lei é exatamente garantir um acesso republicano, ou seja, que todos tenham condições iguais.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Bradesco continua como marca mais valiosa do Brasil

O Bradesco é a marca mais valiosa do Brasil pelo segundo ano consecutivo, de acordo com um estudo da Brand Finance, que avaliou as 100 mais valiosas do Brasil. O Bradesco tem R$ 16,27 bilhões de valor de marca e conceito “A” com relação à Força de Marca. O Itaú ficou em segundo lugar com valor de R$ 11,81 bilhões e Força de Marca com BBB de conceito, seguido por Banco do Brasil, com R$ 7,42 bilhões.

A Vivo subiu da nona para a sexta posição e apontou R$ 5,93 Bilhões em valor de marca. Em décimo lugar está a Fiat - que ano passado ocupava a 13ª posição - com R$ 5,1 bilhões. Porém, a crise mundial já começa a aparecer com mais clareza para diversas empresas que tiveram redução no seu valor. Entre as que mais sofreram, destaque para Vale (17%), Petrobras (5%), Esso (17%), Perdigão (10%), Sadia (46%), Aracruz (28%), Embraer (10%), GM (5%), Gol (47%), TAM (51%) e TIM (14%).

Outros setores não foram diretamente impactados e a marca possui uma importância maior no negócio, como bancos, lojas de departamento, alimentos, supermercados calçados, entre outros. Prova disso é que o Bradesco cresceu 123%, o Itaú 90%, a Caixa Econômica obteve 93% enquanto o Banco Real subiu 37% no valor de marca. Casas Bahia (15%), McDonald´s (63%), Unilever (5%), Elma Chips (14%), Rede Globo (5%), Carrefour (17%) e Coca Cola (3%) também comemoram aumento em seu valor de marca no Brasil.

Com o sobe e desce no ranking, algumas marcas entram enquanto outras saem da lista, como o caso da Motorola, Nokia, BNDES, IBM e Claro que figuram este ano no ranking da Brand Finance enquanto WEG, Vulcabras, Terra e Furnas estão fora da lista em 2009.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Após 25 anos, Petrobras deixa o Flamengo

A Petrobras encerrou um ciclo de 25 anos de patrocínio ao Flamengo. O mais antigo patrocínio do futebol brasileiro chegou ao fim por uma dificuldade em conseguir as certidões negativas de débito com o Governo Federal, segundo o clube. A medida burocrática é necessária para que a estatal possa liberar a verba.

A Petrobrás disse ter sido pega de surpresa com o anúncio feito pelo Flamengo, e explicou que a dificuldade ocorreu por conta de uma necessidade de regularização fiscal do clube, o que é exigido pela legislação brasileira para todos os patrocinados pela estatal ou demais instituições federais.

O contrato atual, no valor de R$ 14,2 milhões e válido para todas as modalidades de esporte em que o clube atua, já havia se encerrado no dia 31 de janeiro, mas o clube optou por continuar estampando a marca em seus jogos. Sem a renovação, o time de futebol do Flamengo joga no próximo domingo contra o Fluminense já com uma nova camisa sem estampar a marca da petrolífera. Já o contrato com a Nike como fornecedora de material esportivo é previsto para encerrar em julho.

Patrocinando o Flamengo desde 1984, a marca da Petrobras já foi estampada na camisa de craques como Zico e Romário. O fim do contrato permitirá que cada modalidade olímpica do clube busque patrocinadores próprios. O Flamengo afirma já estar em negociação avançada com uma outra empresa para patrocínio de seu time de futebol.

Parcerias para aumentar as vendas

A Editora Alto Astral, responsável pela publicação das revistas Malu, Guia da TV e Guia Astral, lança um concurso cultural em parceria com a Unilever. O objetivo é aumentar as vendas dos títulos e, para isso, a promoção "Casa Cheia" dará para três participantes R$ 15 mil em prêmios e um ano de produtos da Unilever.

A promoção acontece em todo o Brasil e para participar é preciso responder "Como você enche sua casa de vida, de vitalidade?". No site da promoção serão postadas as dez melhores respostas e os três vencedores serão escolhidos pelos internautas. A divulgação da promoção será feita através de pontos-de-venda, rádio, outdoors, impressos e na web.

terça-feira, 31 de março de 2009

Persistência

Qual será a diferença entre persistência com teimosia?

Creio que persistir é manter os objetivos, focar-se no resultado final e enfrentar o que vier pela frente. Sempre mantendo a honestidade, a ética e o profissionalismo. Superando obstáculos e chutando as pedras do caminho. Enfrentando medos e desafios. E evoluindo pessoal e profissionalmente.

Quando conquistamos um objetivo, percebemos que o grande mérito foi esses desafios superados. E para ultrapassar estes obstáculos, não precisamos agir com injustiça.

Quanto vale você saber que persistiu, que não se entregou às dificuldades, que deu o máximo de você mesmo, que fez por merecer? Tangível talvez este valor não seja, mas você se reconhecer como uma pessoa que persiste, que vai atrás e que faz, talvez sim, seja este o melhor dos valores.
Os benefícios não são apenas para o próprio ego, mas impactam também nas pessoas que nos cercam. Elas começam a entender que se alguém consegue, elas também conseguem e aí você se torna referência e pode pelo seu exemplo tornar os processos em que você atua, muito melhores.
No mundo dos negócios, até mesmo as maiores empresas do planeta, como a Procter & Gamble, por exemplo, persistem em suas inovações. Superam a competitividade do mercado.

As empresas lançam um produto, consultam o cliente e refazem tudo. Muitas vezes, precisam rever suas estratégias para continuarem a caminhada rumo ao sucesso.

Num jogo de futebol, inúmeras partidas são decididas no último minuto do segundo tempo. Isso porque, os times continuam acreditando. Mudam de tática, trocam os jogadores. Testam jogadas ousadas.

O importante é considerar outro caminho quando percebemos que o atual não trará os resultados esperados.

Se um objetivo não trará resultados destrutivos ou mesmo desonestos, vale a pena planejar um caminho e seguir em frente. E se existe pesquisas e planejamento, descobrimos o que é preciso mudar para se chegar ao objetivo. Ou mesmo, se a caminhada será produtiva.

Um grande abraço a todos.

segunda-feira, 30 de março de 2009

Brazil Promotion Road Show em Campinas


A versão itinerante da feira Brazil Promotion acontece hoje em Campinas na The Royal Palm Plaza Hotel Resort.

Cerca de 30 fornecedores vão apresentar seus produtos e serviços como brindes e presentes corporativos, embalagens, gráficas, materiais para o merchandising no ponto-de-venda, agências, serviços e locais para eventos, licenciamento de marcas e personagens.

Durante o evento acontecem palestras sobre a área promocional.

quinta-feira, 26 de março de 2009

Planejando a Comunicação

A comunicação empresarial muitas vezes representa um desafio para as organizações, inclusive pela constante mudança. A obra de Luciene Ricciotti Vasconcelos, "Planejamento de comunicação integrada - Manual de sobrevivência para as organizações do século XXI", tem como objetivo orientar a comunicação de forma integrada e multidisciplinar.
Além de regras e conceitos, a autora ressalta a importância de conhecer, entender e praticar um planejamento de comunicação eficaz.

O conteúdo é abrangente e apresenta o planejamento de comunicação integrada de modo simples e objetivo. As empresas encontrarão boas orientações para pensar a comunicação de forma multidisciplinar e para tomar decisões acertadas diante da transmutação permanente dos meios de comunicação.

Neste livro encontram-se conceitos da comunicação integrada de marketing e cases de sucesso, além de exercícios práticos e dicas para a empresa atingir o retorno desejado.

Luciene é consultora de comunicação e marketing e professora universitária de Marketing Internacional, Planejamento de Comunicação e Mercadologia.

sábado, 21 de março de 2009

Marketing na crise

A crise das hipotecas subprime começou nos EUA no fim de 2007, mas gravou-se e alastrou-se pelo mundo afora quando o banco Lehman Brothers quebrou em setembro de 2008. O famoso setembro negro.Em março de 2008, quando já se anunciava uma recessão nos EUA, John Quelch, professor da Harvard Business School, escreveu um artigo que pode ajudar também as empresas brasileiras a enfrentar esse momento difícil, em que pese o Brasil não estar tecnicamente em recessão e, possivelmente nem venha a entrar.

As conseqüências da crise estão enfraquecendo a confiança e a disposição em gastar dos consumidores, gastos pautados majoritariamente em crédito, pilares nos quais a economia americana estava fortemente apoiada. No caso brasileiro, o aumento da disponibilidade de crédito havia impulsionado o consumo nos últimos dois ou três anos, em especial das classes socioeconômicas mais baixas, gerando forte crescimento de bens duráveis como carros e eletrodomésticos, bem como imóveis.

Com essa mudança de cenário, as empresas devem ter oito fatores em mente ao estruturar seus planos de marketing para 2009 e 2010.

1. Pesquise o consumidor: em vez de cortar o orçamento de pesquisa de mercado, você precisa saber mais do que nunca como os consumidores estão redefinindo valor e reagindo à recessão. As curvas de elasticidade de preços estão mudando. Consumidores passam mais tempo procurando por bens duráveis e negociam mais no ponto de venda. Também estão mais dispostos a adiar compras, comprar produtos mais baratos ou comprar menos.

Os itens “necessários” de ontem são os itens “desnecessários” de hoje. Marcas confiáveis são especialmente valorizadas e ainda podem lançar novos produtos de maneira bem sucedida, mas o interesse em novas marcas e novas categorias esvanece. O consumo de bens que denotam status se torna menos prevalente. É preciso conhecer que atributos e benefícios seus clientes mais valorizam para ajustar sua oferta e, se necessário cortar custos, ter a certeza de que não vai fazê-lo em aspectos críticos para a decisão de compra dos consumidores.

2. Foco nos valores da família: quando maus tempos econômicos se aproximam, tendemos a “nos retrair em nossa aldeia”. Busque cenas familiares aconchegantes nas propagandas, substituindo aquelas de esportes radicais, aventura e individualismo vigoroso. Humor deve ser tratado com cuidado e apelos com base no medo devem ficar de fora. A incerteza nos instiga a ficar mais em casa, mas também a estarmos conectados com familiares e amigos.

Festas com amigo em casa, como churrascos, são hábitos fortemente em valores familiares e tendem a ganhar espaço sobre entretenimento fora de casa, em especial para clientes e consumidores de meia idade.

3. Mantenha o investimento em marketing: não é hora de diminuir a propaganda. Muitos estudos já apontaram que as marcas que aumentam o nível de propaganda durante uma recessão, enquanto seus competidores diminuem verbas, podem aumentar seu market share e seu retorno sobre o investimento a um preço menor do que durante os períodos de bonança.

Isso porque marcas com menores restrições orçamentárias são capazes de negociar preços mais favoráveis com veículos. Se você tiver que cortar as despesas de marketing, tente manter a freqüência das propagandas, trocando anúncios de 30 por anúncios de 15 segundos, substituir televisão por rádio ou aumentar o uso de marketing direto, que acarreta em maior impacto imediato nas vendas.

4. Adeque seu portfólio de produtos: profissionais de marketing devem avaliar com cuidado o novo patamar de demanda para cada item de suas linhas de produto, conforme os consumidores passem a buscar produtos mais baratos, tais como carros com menos opções. Tempos difíceis favorecem bens com várias funções ao invés de bens demasiadamente especializados, itens mais fracos na linha de produtos devem ser podados para ganhar eficiência.

Em categorias alimentícias marcas próprias com alta qualidade tendem a ganhar espaço frente às marcas nacionais exatamente pelo preço menor e a confiabilidade do distribuidor ou varejista. Consumidores industriais preferem produtos e serviços comercializados de forma separada. Truques estão fora; confiabilidade, durabilidade, segurança e desempenho estão dentro.

Novos produtos, especialmente aqueles que são direcionados à nova realidade dos consumidores. Novamente a pesquisa de mercado é fundamental para se fazer esse ajuste de portfólio, ou lançamento de novos produtos, com segurança. O espaço para erros diminuiu com a crise e, a pesquisa é a chave para se reduzir riscos de fracasso.

5. Apóie distribuidores: em tempos de incerteza, ninguém quer deixar dinheiro preso em excesso de estoques. Financiar as compras e estabelecer políticas atrativas de retorno motivam distribuidores a estocar a sua linha de produtos. Seja cuidadoso em expandir a distribuição para canais de preços mais baixos. Ao fazê-lo, você pode colocar em risco relações existentes e a imagem da sua marca.

Contudo, agora pode ser o momento de desconsiderar distribuidores menores e melhorar sua força de vendas recrutando aqueles vendedores demitidos de outras empresas.6. Use táticas de preço adequadas: consumidores estarão procurando melhores negócios. Você não tem que necessariamente cortar preços, mas deve oferecer mais promoções temporárias, reduzir limites para descontos por quantidade, estender crédito para clientes de longa data e precificar mais agressivamente produtos comercializados em menores embalagens ou quantidades.

Em tempos difíceis, cortes em preços atraem mais os consumidores do que promoções que prometem prêmios.

7. Valorize o market share: em todas, exceto algumas categorias tecnológicas nas quais as perspectivas de crescimento são fortes, empresas travam uma batalha por market share e, em alguns casos, por sobrevivência.

Conhecer sua estrutura de custos pode assegurar que quaisquer cortes ou iniciativas de consolidação economizarão a maior quantidade possível de dinheiro com o mínimo de impacto nos clientes. Empresas com estruturas de custos mais produtivas em seus setores, podem esperar aumento de market share.

Outras empresas com balanços patrimoniais saudáveis também podem aumentar sua fatia de mercado adquirindo competidores menores.

8. Dê ênfase a valores centrais: embora a maioria das empresas esteja demitindo funcionários, executivos devem cimentar a lealdade daqueles que permanecem, assegurando que a empresa já sobreviveu a tempos difíceis anteriormente, mantendo qualidade ao invés de cortar despesas que podem comprometer o padrão da organização e prestando serviço aos clientes já conquistados em vez de tentar “ser tudo para todo mundo”.

Recessão econômica pode elevar a importância dos resultados apresentados pelo gerente financeiro sobre aqueles apresentados pelo gerente de marketing. A administração do capital de giro pode facilmente sobrepujar o gerenciamento do relacionamento com clientes. CEOs devem opor-se a isso. Companhias bem-sucedidas não abandonam suas estratégias em uma recessão: elas as adaptam.